Bahia de Ceni frustra o que seria uma reação histórica do SP
Bahia e São Paulo protagonizaram um dos jogos mais movimentados desta rodada do Brasileirão.
E, pelo que apresentaram na Fonte Nova, honestamente, a vitória baiana por 3 a 2 foi merecida.
Com apenas dez minutos, já vencia por 2 a 0, graças aos gols de Rodrigo Nestor, fazendo valer a "lei do ex", e Erick Pulga.
O São Paulo parecia completamente perdido. Sua defesa era uma avenida, e o Bahia poderia ter construído uma goleada ainda na primeira etapa.
Quando tudo parecia resolvido para os donos da casa, Lucas Moura e Bobadilla marcaram dois golaços, aos 42 e 49 minutos, respectivamente, e levaram a partida empatada para o intervalo.
O problema é que o São Paulo não soube aproveitar o presente que ele próprio havia conquistado.
Rodrigo Nestor quase marcou outro, numa cobrança de falta, até Marcos Victor decretar a vitória aos 35 minutos.
No fim das contas, prevaleceu a equipe que mais buscou os três pontos.
Mas fica a pergunta: de que adianta protagonizar uma reação heroica se, depois de tanto esforço para buscar o empate, o time volta a cometer os mesmos erros que o colocaram em desvantagem?
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