Corrêa cobra controle emocional na Ferroviária para reencontro com Brusque após provocações
Série C: Ferroviária vence Brusque e fica mais perto do acesso para Série B O técnico Rogério Corrêa quer a Ferroviária concentrada exclusivamente no desempenho em campo no reencontro contra o Brusque, no domingo, às 18h30, na Arena Simon, no interior catarinense.
O comandante afeano cobrou blindagem mental do elenco para evitar que o clima de tensão e as provocações registradas no último duelo interfiram no comportamento da equipe no primeiro jogo do returno do quadrangular da Série C.
A preocupação da comissão técnica foca em evitar desfalques por indisciplina ou perda de foco durante a partida fora de casa. – Nós somos um time grande, como o Brusque também é.
Nós vamos chegar lá para jogar futebol, não tem essa coisa de guerra ou de perder a cabeça.
Não podemos cair em provocação, caso tenha, ou ficar fazendo firula e perder jogador.
Nós vamos jogar futebol como a gente sempre fez, buscar uma vitória lá para ficar mais próximo da classificação – declarou Rogério Corrêa.
Atletas da Ferroviária reproduzindo provocação de Petterson, do Brusque, após a virada Guilherme Moro / Ferroviária SAF Provocações e virada nos acréscimos O ambiente de rivalidade ganhou força na vitória afeana por 3 a 2 no último domingo, em Araraquara (SP).
Quando o time catarinense liderava o placar por 2 a 1, o atacante Petterson, do Brusque, ironizou com sorrisos ao disputar um lateral e simulou um gesto de passe segurando a perna atrás do corpo.
A atitude gerou irritação no time da casa e provocou discussões na reta final.
A Locomotiva alcançou a virada nos acréscimos, com gol contra de Pedro Martins, aos 46, e depois com Vitor Barreto, aos 52 minutos do segundo tempo.
Na comemoração, o atacante da AFE devolveu o gesto ao adversário.
Rogério Corrêa, técnico da Ferroviária, durante partida contra o Brusque, pela 3ª rodada do quadrangular da Série C Guilherme Moro/Ferroviária SAF Apesar do resultado positivo, Rogério Corrêa reprovou a oscilação comportamental do grupo no momento de desvantagem. – Eu sou do futebol de antigamente, acho que faz parte.
A gente errou ali e perdeu um pouco a cabeça, não deveríamos ter entrado nisso.
Agora nós estamos falando que foi tudo muito bem porque a gente conseguiu virar.
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