Flávio Bolsonaro diz que abre sigilo se ex-assessor de Lula fizer o mesmo: 'Vou levar até as últimas consequências'
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), impôs uma condição para abrir o sigilo bancário e telefônico dele, em resposta ao desafio colocado pelo presidente Lula (PT), nesse domingo (18).
Flávio quer que o ex-assessor de Lula Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, também abra o sigilo.
“Não vou só aceitar, como vou levar até as últimas consequências”, afirmou o senador em evento de campanha em Gurulhos, na Grande São Paulo.
“Eu só vou abrir se o Marcola abrir o sigilo telefônico dele.
Lula nem tem celular”, afirmou Flávio.
O candidato discursou a uma plateia de apoiadores, na última agenda de campanha dele no estado de São Paulo.
O evento aconteceu em um salão de eventos na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo.
SAIBA MAIS: Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44% Flávio chamou Lula de "maior corrupto da história".
Afirmou que o presidente gosta de brigar com todo mundo, menos com ladrões e menores de idade que cometem estupro.
“Eu vou brigar por vocês”, disse.
Flávio Bolsonaro é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF).
Um apura o financiamento de R$ 134 milhões para o filme "Dark Horse" com recursos do Banco Master.
O mais recente apura lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo o advogado Willer Tomaz e casas de apostas. ✅ Siga o canal de notícias de eleições do g1 no WhatsApp O evento em Guarulhos contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), dos senadores eleitos André do Prado (PL-SP) e Guilherme Derrite (PP-SP), do deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) e do prefeito de Guarulhos, Lucas Sanchez (PL).
Tarcísio discursou para a plateia e pediu que cada um dos presentes conquistasse um novo voto para Flávio.
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