Acordo destrava pagamento de dívidas a 180 empregados do Instituto Granbery em Juiz de Fora
Instituto Metodista Granbery, em Juiz de Fora Google Maps/Reprodução Um acordo homologado na Justiça do Trabalho, na segunda-feira (14), deve viabilizar o pagamento de dívidas trabalhistas a 180 empregados do Instituto Metodista Granbery, em Juiz de Fora.
A conciliação ocorreu após o término do processo de recuperação judicial da Rede Metodista de Educação.
O acordo firmado permite a adesão voluntária dos trabalhadores que têm processos individuais abrangidos pela negociação.
Os trabalhadore devem manifestar a concordância com os termos e indicar os valores devidos nos próprios processos individuais até 23 de outubro de 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Conforme os termos do acordo, os créditos trabalhistas serão pagos com uma redução de 15% sobre os valores já definidos em cada processo.
Podem ser incluídos no pagamento os créditos dos empregados, valores referentes ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e a indenização de 40%, quando houver direito.
Os pagamentos devem seguir a ordem de antiguidade dos processos, definida pela data em que cada ação foi ajuizada.
Em casos em que já existem valores depositados ou disponíveis, mas esse valor não for suficiente para quitar o montante devido, essa diferença deve ser paga com recursos vindos do processo-piloto. 🔎Processo-piloto é um processo principal ou representativo, usado para concentrar recursos ou definir questões que afetam vários processos semelhantes.
Recursos disponíveis De acordo com a Justiça do Trabalho, atualmente, há cerca de R$ 9,2 milhões em contas judiciais vinculadas ao processo, além de aproximadamente R$ 500 mil em processos individuais.
Os recursos devem ser utilizados para o pagamento dos créditos previstos no acordo, com eventuais acréscimos de juros e correção monetária, além de outros valores que possam ser transferidos para as contas judiciais.
Do total disponível, até R$ 4,5 milhões serão reservados para a instalação de uma nova sede da Igreja Metodista.
Recuperação judicial A recuperação judicial da Rede Metodista de Educação, que contava com 16 entidades, começou em dezembro de 2022 e foi dada como encerrada em abril deste ano.
Na época, R$ 716,3 milhões deveriam ser pagos a 11.843 credores.
Com o fim do processo, a Vara Regional Empresarial de Porto Alegre (RS), onde é tratada a recuperação judicial da Rede Metodista, autorizou os credores a retomarem suas execuções individuais.
A orientação era que cada trabalhador procurasse seu advogado para acionar a Vara do Trabalho.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.