Presidente do Guarani completa dois anos no cargo em baixa, sem acesso e à espera da SAF
Em nova eleição, Rômulo Amaro é reeleito presidente do Guarani Rômulo Amaro completa dois anos na presidência do Guarani em meio a uma crise esportiva, financeira e institucional.
O dirigente assumiu o lugar de André Marconatto, afastado por problemas de saúde, em 11 de outubro de 2024, quando o time ainda tentava evitar o rebaixamento na Série B.
A queda foi confirmada semanas depois e, desde então, o clube não conseguiu retornar à segunda divisão nacional.
Executivo de futebol cita erros que marcaram a temporada do Guarani O principal objetivo esportivo da gestão era recolocar o Bugre na Série B.
Em 2025, a equipe chegou à última rodada da segunda fase da Série C com chances de acesso, mas não avançou.
Neste ano, voltou a disputar a terceira divisão e terminou eliminado ainda na fase inicial, sem conseguir uma vaga no quadrangular decisivo. + ✅Clique aqui para seguir o novo canal ge Guarani no WhatsApp + Veja mais notícias do Guarani no ge A campanha de 2026 terminou apesar de o Guarani ter uma das principais folhas salariais da competição.
Ao longo dos dois anos de mandato, o clube também acumulou eliminações no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil.
No estadual, caiu na primeira fase nas temporadas de 2025 e 2026.
Na competição nacional, foi eliminado pelo Castanhal ainda na segunda fase, em março deste ano.
Rômulo Amaro, presidente do Guarani Raphael Silvestre/Guarani FC Trocas constantes e retrospecto no dérbi A gestão também teve mudanças frequentes no comando do departamento de futebol.
Desde a chegada de Amaro, seis treinadores e três executivos passaram pelo Brinco de Ouro.
Entre os episódios, o técnico Matheus Costa chegou a ser demitido em janeiro de 2026, mas foi mantido no cargo horas depois.
Na Série C deste ano, o clube voltou a trocar de treinador na reta final.
Élio Sizenando foi demitido a uma semana da última rodada da primeira fase, e Umberto Louzer retornou ao comando da equipe.
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