Caso Maradona: ídolo teve morte súbita e suspeita de Covid, diz perito
Perito oficial do julgamento da morte de Diego Maradona , Pablo Ferrari afirmou nessa terça-feira (22/9), em depoimento ao Tribunal Oral Criminal nº 7 de San Isidro , que não é possível descartar a possibilidade de o ídolo argentino ter falecido por Covid .
Além disso, o ex-camisa 10 teria tido um mal súbito.
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1 de 8 Diego Armando Maradona morreu aos 60 anos Marcos Brindicci/Getty Images 2 de 8 O craque conduziu a Argentina ao título da Copa do Mundo de 1986 Archivo El Grafico/Getty Images 3 de 8 Diego Maradona é recebido pelo convidado de honra Pelé após o Clássico do Centenário em Wembley, em Londres PA Images via Getty Images 4 de 8 Diego Armando Maradona: um dos maiores personagens da história do futebol Karl Staedele/picture alliance via Getty Images 5 de 8 Como técnico principal do país, Diego Maradona discute com o quarto árbitro durante a partida do Grupo B da Copa do Mundo de 2010 Ryan Pierse - FIFA / FIFA via Getty Images 6 de 8 Diego Maradona, quando era técnico do Gimnasia y Esgrima La Plata Marcelo Endelli / Getty Images 7 de 8 A ambulância que transportava Diego Maradona dirige entre a mídia deixando a Clinica Olivos em 11 de novembro de 2020 em Vicente Lopez, Argentina Marcos Brindicci / Getty Images 8 de 8 Craque tinha 60 anos Steve Powell/Allsport/Getty Images O profissional da Assessoria Pericial de San Isidro também contestou a versão de que Maradona teria passado 12 horas em agonia antes de morrer.
Isso porque a Covid, segundo Ferrari, poderia provocar uma evolução rápida e causar óbito em poucas horas.
“Não podemos descartar que não tenha morrido de Covid.
O falecimento de Maradona foi em plena pandemia”, disse Ferrari, em depoimento.
O perito afirma que a situação clínica de Maradona não demandava emergência, mesmo com uma piora leve de 2018 para 2019 e alterações significativas em 2020.
Sobre as circunstâncias que levaram à morte do ex-jogador, Ferrari destacou que o acúmulo de líquido nos pulmões aconteceu em curto espaço de tempo.
“O período agônico é de poucos minutos a escassas horas.
A agonia nós entendemos como o último período da vida.
Aqui, Maradona sofreu um infarto, teve sua arritmia e um edema agudo de pulmão que acabou o sufocando”, declarou Ferrari.
“É difícil pensar que uma pessoa com edema agudo de pulmão ficou horas se sufocando.
Esse período foi curto.
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