sábado, 19 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
‘Comunicação mudou forma como brasileiros acompanham eleições’, diz professor Forjando um factoide, a ficha policial falsa de Dilma Rousseff Coreia do Sul recusa enviar tropas para apoiar EUA em guerra contra Irã Lula confirma encontro com Zohran Mamdani às margens da Assembleia Geral da ONU Aclamado em Veneza, documentário sobre Gaza estreia em outubro no Brasil Milei coloca residência presidencial argentina sob controle das Forças Armadas OpenAI diz que ferramentas de IA geraram comando sem autorização humana Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após novas sanções dos EUA Milhares de iranianos participam de mobilização em apoio à República Islâmica Ex-porta-voz diz que Zelensky rejeitou cinco propostas de paz desde 2022 ‘Comunicação mudou forma como brasileiros acompanham eleições’, diz professor Forjando um factoide, a ficha policial falsa de Dilma Rousseff Coreia do Sul recusa enviar tropas para apoiar EUA em guerra contra Irã Lula confirma encontro com Zohran Mamdani às margens da Assembleia Geral da ONU Aclamado em Veneza, documentário sobre Gaza estreia em outubro no Brasil Milei coloca residência presidencial argentina sob controle das Forças Armadas OpenAI diz que ferramentas de IA geraram comando sem autorização humana Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após novas sanções dos EUA Milhares de iranianos participam de mobilização em apoio à República Islâmica Ex-porta-voz diz que Zelensky rejeitou cinco propostas de paz desde 2022
Últimas

Mercado de caminhões elétricos na Europa está com a pilha fraca

Terra ·
Mercado de caminhões elétricos na Europa está com a pilha fraca

Hannover, Alemanha - A grande mensagem global enviada pela Daimler Truck ao mercado de caminhões no IAA 2026, maior feira de transporte de cargas do mundo, é que a eletrificação do transporte europeu está drasticamente longe das metas estabelecidas.

Em entrevista exclusiva concedida ao Estradão e à Agência Transporta Brasil, a CEO global da Daimler Truck, foi categórica: "Nós entregamos. A indústria fez sua parte, criou parcerias e fabricou os caminhões. Fizemos grandes investimentos em veículos movidos a baterias e a hidrogênio em células a combustível, mas a regulamentação precisa ser revista, porque os governos não fizeram sua parte".

As leis da União Europeia ditam que até 2030 o continente comercialize 43% de caminhões com emissão zero e 90% até o ano de 2040. Mas isso não está nem perto de ser cumprido.

Hoje, a frota circulante de caminhões elétricos na Europa representa apenas 3% do total. "Os governos tinham suas obrigações, como viabilizar um número mínimo de carregadores, oferecer políticas de incentivo à geração de energia e oferecer pontos de abastecimento de hidrogênio, mas isso não foi feito. A indústria fez sua parte. Os governos, não", ressalta Rådström.

Para se ter uma ideia, a Europa tem hoje, segundo a Daimler Truck, um déficit de 35 mil carregadores para caminhões elétricos. Além disso, o custo da eletricidade é proibitivo.

Um litro de diesel custa, em média, € 2,40 nos países da União Europeia. Ao mesmo tempo, um quilowatt de energia elétrica custa a partir de € 0,35. Se a comparação direta for feita, o combustível fóssil é sete vezes mais caro do que a eletricidade.

Mas, a conta correta precisa passar pela densidade energética e o rendimento por quilômetro de cada tipo de fonte de energia. Se considerarmos o poder calorífico, 1 litro de diesel armazena o equivalente a cerca de 10,7 kWh de energia térmica.

Sob essa ótica energética bruta, comprar energia na forma de eletricidade é cerca de 1,5 vez mais caro por kWh útil do que comprar a energia contida no diesel.

E os transportadores europeus estão sentindo isto no bolso. E este é um dos motivos pelo qual a venda de veículos de emissão zero não decolou por lá. O custo da energia elétrica depende de diversos fatores, incluindo o gás que vem da Rússia e que está na berlinda com o conflito da Ucrânia, assim como o preço do diesel também sofre as oscilações geopolíticas, com os conflitos no Oriente Médio.

"Isso tem que ser resolvido. Estivemos com diversos ministros de países europeus para expor o problema e eu espero que haja algum movimento sobre estas regras. A Europa depende do hidrogênio e da eletricidade para cumprir suas metas de descarbonização e a solução está em um esforço conjunto, de empresas e de governos", complementa a executiva.

Segundo a CEO da Daimler, a tecnologia atual oferecida pelas marcas foi posta à prova pelos clientes e é eficiente. "Se olharmos para nosso share na Europa, temos 38% de todo o mercado de caminhões elétricos do continente. No diesel, nosso share é de 19%. Isso nos deixa confiantes sobre os produtos que oferecemos ao mercado.

Ler a notícia completa no Terra ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.terra.com.br — o conteúdo pertence a Terra.

Mais de Terra

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›