Ivan Moraes diz sofrer 'ataques' do PSB para retirar candidatura ao governo do estado às vésperas do início da campanha eleitoral
Ivan Moraes diz sofrer 'ataques' do PSB para retirar candidatura ao governo de PE O candidato ao governo de Pernambuco pelo PSOL, Ivan Moraes, falou, na noite deste sábado (15), sobre os rumores de que a Executiva Nacional da sigla teria decidido retirar a candidatura dele, por conta de um suposto acordo com o PSB, partido presidido pelo ex-prefeito do Recife João Campos, que também disputa a eleição majoritária (veja vídeo acima). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE O jornalista e ex-vereador fez uma coletiva de imprensa na sede do Diretório Estadual do PSOL, no bairro do Derby, na área central da capital pernambucana.
Ele falou sobre o tema nas redes sociais nos últimos dias e afirmou ter sofrido "ataques" da campanha adversária para ser rifado da disputa pelo próprio partido.
O g1 entrou em contato com o PSB, mas, até a última atualização deste reportagem, não obteve resposta.
As declarações foram dadas no último dia do prazo para que partidos, federações e coligações registrem as candidaturas na Justiça Eleitoral.
A partir de domingo (16), os candidatos podem fazer campanha nas ruas e na internet.
O 1º turno está marcado para 4 de outubro.
Na coletiva, Ivan afirmou que o PSB tentou desfazer alianças com o PSOL em outros estados para que a postulação dele fosse retirada em Pernambuco.
Ele não detalhou quais seriam essas alianças.
"O que aconteceu foi que, recentemente, talvez movido mais por sentimento do que por racionalidade, o PSB pôs em xeque muitas dessas articulações em que estávamos juntos em detrimento da minha candidatura. [...] Não é um acordo que se faz, na véspera de uma convenção de um partido que está organizado, numa frente ampla", declarou.
O candidato afirmou também não saber o motivo das ações do PSB.
Durante o dia, a Executiva Nacional do PSOL chegou a marcar uma reunião para discutir o assunto, mas, segundo a campanha de Ivan Moraes, o encontro não foi realizado por falta de quórum.
"Eu sei quem foi, o presidente do partido, que iniciou o processo de tentativa de cooptação e, depois, de ameaça.
Eu tenho muita curiosidade...
Eu acho que é um desafio.
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