quinta-feira, 22 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Cearense que mora na Itália é condenada a 16 anos de prisão por matar o namorado em Fortaleza› Piauí: empresário da Covaxin deu Rolex a Flávio em festa com garotas de programa durante pandemia› PoderData: Flávio Bolsonaro tem 51% dos votos válidos e Lula 49%› Economia da Argentina cai 1,74% em agosto e acende alerta de recessão› Meta derruba do Instagram vídeo da série ‘Revelando’ que expõe Flavio Bolsonaro› Foreign Policy: vitória de Flávio Bolsonaro pode levar à presença militar dos EUA no Brasil› Ex-candidata presidencial e líder da oposição, Luisa González é presa no Equador› Macron proíbe manifestações não sindicais na França: ‘sem legitimidade’› Qualquer ação contra o Irã ‘terá custo’, adverte chefe de segurança iraniano› Prefeito de Nova York parabeniza Lula pelo fim da escala 6×1: ‘passo histórico’› Cearense que mora na Itália é condenada a 16 anos de prisão por matar o namorado em Fortaleza› Piauí: empresário da Covaxin deu Rolex a Flávio em festa com garotas de programa durante pandemia› PoderData: Flávio Bolsonaro tem 51% dos votos válidos e Lula 49%› Economia da Argentina cai 1,74% em agosto e acende alerta de recessão› Meta derruba do Instagram vídeo da série ‘Revelando’ que expõe Flavio Bolsonaro› Foreign Policy: vitória de Flávio Bolsonaro pode levar à presença militar dos EUA no Brasil› Ex-candidata presidencial e líder da oposição, Luisa González é presa no Equador› Macron proíbe manifestações não sindicais na França: ‘sem legitimidade’› Qualquer ação contra o Irã ‘terá custo’, adverte chefe de segurança iraniano› Prefeito de Nova York parabeniza Lula pelo fim da escala 6×1: ‘passo histórico’
Mundo

Milhares protestam em Paris após Justiça derrubar proibição de manifestação

G1 Mundo ·
Milhares protestam em Paris após Justiça derrubar proibição de manifestação

Após caos em protestos, França vai decretar novos toques de recolher Milhares de pessoas foram às ruas de Paris nesta quinta-feira (22), enquanto outras cidades francesas proibiram manifestações após confrontos e saques registrados no fim de semana.

Os episódios foram considerados os mais violentos dos últimos anos no país. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Organizadores do protesto em Paris disseram que um tribunal administrativo derrubou a proibição imposta pela polícia após um recurso.

A prefeitura da capital havia justificado a medida pelo risco de novos confrontos, depois que grupos de jovens encapuzados entraram em choque com policiais, saquearam lojas e incendiaram carros.

A decisão judicial não havia sido divulgada publicamente até a manhã desta quinta.

Os manifestantes, muitos deles jovens, se reuniram pacificamente na região sudeste da capital francesa, sob forte presença policial.

Uma faixa estendida durante o ato dizia que o futuro dos manifestantes já era sombrio sem a necessidade de gás lacrimogêneo.

Os organizadores assinaram um documento policial se comprometendo a manter o protesto em um local fixo, sem caminhada pelas ruas, devido ao risco de violência.

Novas proibições eram esperadas para os próximos dias.

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que as medidas têm como objetivo proteger os centros das cidades, os estabelecimentos comerciais e os prédios públicos.

O direito à manifestação é protegido pela Constituição francesa.

As proibições anunciadas para atos previstos nesta quinta em Paris, Lyon, Lille e Grenoble foram criticadas por pessoas que consideram as medidas uma restrição ao direito de protestar.

Grupos de estudantes do ensino médio e universitários afirmaram que continuarão mobilizados, apesar do início do recesso escolar de outono nesta semana.

Após uma reunião extraordinária de segurança no Palácio do Eliseu, sede da Presidência francesa, Macron disse que a estratégia para os próximos dias é proibir manifestações solicitadas por pessoas ou grupos sem autorização legítima.

"As regras são simples e acho que fazem parte do bom senso.

Ler a notícia completa no G1 Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

Mais de G1 Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›