Longe dos pratos e das receitas, conheça o poder do inhame contra o câncer
TV Gazeta Os quimioterápicos convencionais utilizados no tratamento do câncer, embora frequentemente eficazes, provocam efeitos tóxicos típicos devido à sua ação não específica e indiscriminada.
Isso tem levado pesquisadores a buscar há anos alternativas mais seletivas.
Alternativas capazes de atuar especificamente em células tumorais, com o mínimo ou nenhum impacto nas células e tecidos saudáveis.
A flora brasileira mostrou-se uma excelente fonte de substâncias bioativas, com alta complexidade e diversidade estrutural.
Entre elas, está o taro (Colocasia esculenta), conhecido popularmente como inhame.
Beber chá ou café muito quente triplica risco de câncer de esôfago, diz estudo Tradição secular Essa planta medicinal é usada tradicionalmente há séculos.
E com base no conhecimento popular, é usada para tratar doenças, como diabetes, hemorragia, diarreia, hipertensão, alopecia, entre outras.
Muitos estudos científicos confirmaram a presença de substâncias bioativas, apoiando seu uso tradicional.
Uma dessas substâncias é a tarina, uma proteína classificada como lectina vegetal.
As lectinas vegetais são conhecidas por terem potencial antitumoral, antiviral e inseticida.
Há mais de 15 anos, nossa equipe das Universidades Federal do Rio de Janeiro e Estadual do Maranhão investiga as propriedades medicinais da tarina.
Esta é um componente presente na parte subterrânea (cormo) do taro.
Popularmente, é conhecido como caule.
Efeitos imunomoduladores Entre suas características, destacam-se os efeitos antitumorais e imunomoduladores.
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