quinta-feira, 17 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Trump cita PCC e CV e diz que Brasil não conseguiu enfrentar facções Lula acusa Flávio de tramar contra Brasil em Washington: ‘político vira-lata’ ‘Esqueci a guerra’: crianças de Gaza encontram refúgio em cinema improvisado Como a direita capturou a causa animal? Fed eleva juros dos EUA pela primeira vez desde 2023 em meio a pressão de Trump Medo da violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras, aponta pesquisa Mamdani pede encontro com Lula em NY durante Assembleia da ONU A eleição será decidida na vida real Dilma lamenta morte de Amelinha Teles e exalta seu legado: ‘jamais desistiu de lutar’ Operação Caldeirão: quando o governo britânico usou civis como cobaias de armas biológicas Trump cita PCC e CV e diz que Brasil não conseguiu enfrentar facções Lula acusa Flávio de tramar contra Brasil em Washington: ‘político vira-lata’ ‘Esqueci a guerra’: crianças de Gaza encontram refúgio em cinema improvisado Como a direita capturou a causa animal? Fed eleva juros dos EUA pela primeira vez desde 2023 em meio a pressão de Trump Medo da violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras, aponta pesquisa Mamdani pede encontro com Lula em NY durante Assembleia da ONU A eleição será decidida na vida real Dilma lamenta morte de Amelinha Teles e exalta seu legado: ‘jamais desistiu de lutar’ Operação Caldeirão: quando o governo britânico usou civis como cobaias de armas biológicas
Últimas

'Descobri que tinha uma doença rara depois de um match no Tinder'

G1 ·
'Descobri que tinha uma doença rara depois de um match no Tinder'

Maria Paula levou quase 30 anos para descobrir que tinha uma doença rara Arquivo Pessoal/Maria Paula Vieira Quando a comunicadora Maria Paula Vieira decidiu entrar no Tinder pouco antes da pandemia de covid-19, ela buscava, assim como tantas outras pessoas, conhecer alguém interessante no aplicativo de relacionamentos.

Entre os perfis que apareceram, estava o de Lucas, na época, estudante de Medicina.

Os dois ficaram interessados um no outro e deram match.

Começaram então a trocar mensagens.

"Foi tão fácil conversar com ele que a gente virou amigo", afirma Maria Paula, hoje com 33 anos.

O isolamento social da pandemia fez com que os dois se falassem cada vez mais, até que um dia Maria resolveu falar sobre sua deficiência — adquirida em decorrência de problemas de saúde para os quais ela buscava um diagnóstico havia quase 30 anos.

Agora no g1 Maria contou das dores crônicas que sentia desde criança e da longa peregrinação por médicos e hospitais em busca de uma resposta.

"Até pelas afinidades que a gente tinha, eu fiquei com muita vontade de saber mais sobre aquilo", diz Lucas, de 32 anos.

"Falei para ela que estava além do que eu sabia, mas que ia tentar ajudar.

Eu tinha essa esperança, enquanto estudante de Medicina, de: 'será que vou conseguir fazer algo que faça diferença?'." Em uma das conversas, eles discutiram a possibilidade de Maria Paula procurar novamente um dermatologista, já que as principais manifestações do problema eram na pele.

"Ela me perguntou se eu conhecia algum que não trabalhava apenas com estética.

De cara, falei que não.

Mas depois pensei: 'Lógico que eu conheço, eu tive aula com o Paulo'", lembra Lucas.

Paulo era o médico dermatologista Paulo Ricardo Criado, professor na Faculdade de Medicina do ABC, que é um dos centros de doenças raras credenciado pelo Ministério da Saúde em São Paulo.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Este assunto em outros veículos

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›