Quem terá as chaves de Brasília?
Gostando ou não do senador Márcio Bittar (PL), uma coisa parece evidente: caso Flávio Bolsonaro (PL) vença a eleição presidencial, Bittar deverá ganhar ainda mais espaço na relação entre o Acre e o governo federal.
Reeleito para mais oito anos no Senado e aliado declarado do candidato do PL, estará numa posição política privilegiada em Brasília.
Há especulações sobre espaços que Bittar poderia ocupar num eventual governo de Flávio, inclusive no primeiro escalão.
No Senado, também poderá buscar posições de destaque na próxima legislatura.
Por enquanto, porém, são possibilidades.
O fato concreto é que sua proximidade política com o bolsonarismo tende a lhe dar interlocução relevante caso o PL chegue ao Palácio do Planalto.
Outra personagem importante nessa ponte Acre-Brasília será Mara Rocha (Republicanos), eleita senadora com 157.104 votos.
Ela e Bittar terão mandatos até 2035.
Quanto ao senador Alan Rick, qualquer análise sobre seu papel político imediato precisa esperar o resultado da eleição para o governo do Acre no próximo domingo.
Do outro lado está Jorge Viana e o PT acreano.
Depois do resultado das urnas no Estado, o futuro político do partido no Acre estará inevitavelmente relacionado também ao desfecho da disputa presidencial de Lula.
No domingo, portanto, não estará em jogo apenas quem ocupará o Palácio do Planalto.
Para o Acre, o resultado também ajudará a definir quem terá mais portas abertas em Brasília nos próximos anos.
“A pior coisa que pode acontecer a um homem é pecar e ainda assim ser feliz.
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