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Nenhum parente de ministro do STF pode ser ligado à área jurídica, diz Zema

CNN Brasil ·
Nenhum parente de ministro do STF pode ser ligado à área jurídica, diz Zema

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou, nesta quarta-feira (16), que pretende impedir que parentes de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) atuem em atividades ligadas à área jurídica .

Ele também defendeu mudanças nos critérios de indicação e no funcionamento da Corte.

“Eu vou mudar as regras: idade mínima de 60 anos, reputação ilibada.

Quero também acabar com as decisões monocráticas, e quem estiver no Supremo é para ser funcionário público, e não milionário.

Nenhum parente pode ter qualquer coisa ligada à área jurídica”, declarou Zema em entrevista ao “Jornal da Record”.

Atualmente, a Constituição Federal estabelece que os ministros do Supremo devem ter entre 35 e 70 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada .

Os nomes são indicados pelo presidente da República e precisam ser aprovados pela maioria absoluta do Senado.

Análise: Zema tenta ficar de pé na segunda onda contra intocáveis do STF Novo rebate Dino após decisão que reconduziu Andrei à direção da PF Eleitor só se preocupará na véspera, diz Zema sobre desempenho de campanha Zema também propôs que o presidente passe a escolher os integrantes da Corte a partir de uma lista tríplice elaborada com a participação de entidades como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e STJ (Superior Tribunal de Justiça).

“Eu quero que o presidente receba uma lista tríplice, com nomes de gabarito, participação da OAB, do STJ e outras entidades.

Temos tanta gente qualificada”, afirmou.

Mudanças nos requisitos constitucionais para a escolha dos ministros ou no modelo de indicação dependerão da aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) pelo Congresso Nacional .

Zema aponta a medida após contrato entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes , pertencente a Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes , que previa o pagamento de 36 parcelas mensais e sucessivas no valor de R$ 3,6 milhões cada, totalizando R$ 131 milhões .

O valor líquido, descontando os impostos, ficaria em R$ 108 milhões.

Supremo em crise A declaração de Zema ocorreu após uma sessão extraordinária marcada por discussões e acusações entre ministros na terça-feira (15).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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