Mandato de 8 anos e magistrados de carreira: Cury defende reforma no STF
O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) defendeu, em entrevista ao Metrópoles , nesta segunda-feira (17/8 ), uma reforma no Supremo Tribunal Federal (STF) , com o fim da vitaliciedade dos ministros e a adoção de mandatos de oito anos.
Pela proposta de Cury, dois terços dos integrantes da Corte seriam magistrados de carreira.
Ele também defendeu que os indicados não tenham ocupado cargos políticos nem sido filiados a partidos nos cinco anos anteriores à escolha.
“Primeiro, fim da vitaliciedade.
Oito anos e ele vai embora, para nunca mais voltar.
Segundo, dois terços têm que ser magistrados de carreira.
E não pode, nos últimos cinco anos, ter exercido nenhum cargo político ou sido filiado a um partido”, afirmou.
Cury também propôs que magistrados, integrantes do Ministério Público e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), fossem responsáveis por indicar candidatos.
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1 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 2 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 3 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 4 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 5 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 6 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 7 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 8 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 9 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 10 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 11 de 11 O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto Apesar da mudança no processo, o candidato defendeu a manutenção da participação do Senado, que, segundo ele, deveria ter a palavra final sobre as indicações.
“O Senado deveria participar chancelando? Sem dúvida alguma.
O Senado precisa chancelar, averiguar, para que não haja corporativismo dessas áreas”, disse.
O candidato também criticou o que chamou de “espetacularização” dos julgamentos do Supremo.
Para ele, os votos dos ministros deveriam continuar sendo públicos, mas não necessariamente apresentados de forma integral e televisionada.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.