Quatro empregadores de MT entram para 'lista suja' de trabalho análogo à escravidão
Grupo em trabalho análogo à escravidão é resgatado em área isolada de MT MPT Quatro empregadores de Mato Grosso foram incluídos na atualização de outubro de 2026 da “lista suja” do trabalho escravo, divulgada pelo governo federal.
O cadastro reúne empregadores responsabilizados por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão. 📃 A “lista suja” é um documento público divulgado semestralmente pelo Ministério do Trabalho, em abril e outubro, que dá visibilidade às ações de combate ao trabalho escravo.
Empregadores entram após processo administrativo concluído, sem recurso; permanecem por 2 anos e só saem se não tiverem novos casos e estiverem com a situação regularizada.
Entre as irregularidades identificadas pelas fiscalizações estão alojamentos degradantes, falta de água potável e de instalações sanitárias adequadas, ausência de equipamentos de proteção individual (EPIs) e problemas nas contratações.
Veja abaixo quais são os empregadores incluídos na lista: ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Trabalhadores resgatados em Nova Maringá 20 trabalhadores foram resgatados de área rural em Nova Maringá Vinte trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão em uma área rural de Nova Maringá, a 392 km de Cuiabá, em setembro de 2025.
O grupo trabalhava na extração de lenha em uma área desmatada.
Segundo a auditoria fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego, o local era de difícil acesso, isolado e sem meios de transporte público ou particular disponíveis.
O ambiente também apresentava desordem e falta de higiene.
A empresa T.
F.
Zimpel Ltda., ligada a Taiany França Zimpel, foi incluída no cadastro.
Na época do resgate, o Ministério Público do Trabalho (MPT) informou que os trabalhadores haviam sido contratados pela empresa para realizar atividades de corte e empilhamento de madeira.
Grupo em trabalho análogo à escravidão é resgatado em área isolada de MT Trabalhadores alojados em ônibus em Sorriso Dez trabalhadores de uma empresa de construção civil em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, foram resgatados de condições análogas à escravidão enquanto estavam alojados em um ônibus adaptado como moradia durante a execução de obras.
A inspeção identificou condições precárias de higiene, conforto e segurança.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.