Megafazenda do tamanho da cidade de São Paulo vale R$ 15 bilhões; propriedade de 90 mil hectares tem mais de 22% do território de municício ‘coração do agro’
Mapeada em Sinop (MT) em levantamento, propriedade lidera histórico de terras mais valiosas do Brasil com valor de R$ 167 mil por hectare
A fazenda de maior valor já registrada à venda no mercado imobiliário brasileiro segue como marco histórico do agronegócio nacional. O imóvel, localizado em Sinop ( MT ), município reconhecido como o “coração do agro”, foi avaliado no valor recorde de R$ 15 bilhões em levantamentos, chamando a atenção pela extensão de 90 mil hectares.
Para dimensionar o impacto geográfico da área, a extensão do imóvel equivale a mais de 22% de todo o território municipal de Sinop (que possui cerca de 399 mil hectares) ou ao tamanho de toda a área urbanizada da cidade de São Paulo .
Com características de dupla aptidão, destinando-se tanto à agricultura quanto à pecuária, o preço cobrado pela propriedade atinge a média de R$ 167 mil por hectare.
Por questões de segurança e privacidade do mercado imobiliário, não há divulgação de imagens oficiais do local, assim como os detalhes sobre os proprietários da área mantêm-se sob sigilo.
O levantamento das propriedades mais valiosas do país foi realizado pela plataforma Chaozão , especializada em ofertas de terras rurais em parceria com imobiliárias e divulgado pelo Compre Rural.
A fazenda é a área agrícola mais cara já anunciada no Brasil desde 2024, quando o mapeamento de terras registrou valores recordes no mercado fundiário.
Apesar do preço global astronômico da megafazenda mato-grossense, ela não detém a métrica mais cara por área do país. Esse posto pertence a um imóvel de 5.040 hectares situado em Franca (SP), avaliado em R$ 2,75 bilhões, onde cada hectare ultrapassa a marca de R$ 545 mil, impulsionado pela localização e logística do Sudeste.
O mapeamento do setor referente a 2024 apontou que o mercado de terras registrou alta oferta e especulação. Embora negócios de grande porte tenham sido mais restritos, com predomínio de vendas de até R$ 30 milhões, o setor acumulou uma valorização superior a 110% nos últimos cinco anos, puxada por estados do Centro-Oeste e pela forte demanda global por commodities.
O levantamento das dez propriedades mais caras do país em 2024 demonstrou a forte hegemonia do Centro-Oeste no agronegócio, impulsionada pelas safras de soja, milho e pecuária bovina.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ndmais.com.br — o conteúdo pertence a ND+.