quarta-feira, 14 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Direitos LGBT+, conquistas e avanços dos governos petistas› Desenvolvimento Verde China América Latina› Keiko Fujimori proíbe cabelo comprido, maquiagem e unhas pintadas nas escolas públicas do Peru› Brasil terá sete missões internacionais acompanhando segundo turno eleitoral› Bancada indígena diminui no Congresso e lideranças se preparam para desmonte e retrocesso› Senado aprova PEC do fim da escala 6×1 em vitória histórica para Lula e trabalhadores› Campanha de Lula diz que irá denunciar à OEA postura intervencionista da Meta› Líder do PL admite que Flávio Bolsonaro tentará reverter fim da 6×1 com PEC das Horas Trabalhadas› Patrões dizem que fim da 6x1 é 'tragédia'; sindicato, 'conquista histórica'› Como ficou a votação da escala 6x1? Veja placar nos dois turnos› Direitos LGBT+, conquistas e avanços dos governos petistas› Desenvolvimento Verde China América Latina› Keiko Fujimori proíbe cabelo comprido, maquiagem e unhas pintadas nas escolas públicas do Peru› Brasil terá sete missões internacionais acompanhando segundo turno eleitoral› Bancada indígena diminui no Congresso e lideranças se preparam para desmonte e retrocesso› Senado aprova PEC do fim da escala 6×1 em vitória histórica para Lula e trabalhadores› Campanha de Lula diz que irá denunciar à OEA postura intervencionista da Meta› Líder do PL admite que Flávio Bolsonaro tentará reverter fim da 6×1 com PEC das Horas Trabalhadas› Patrões dizem que fim da 6x1 é 'tragédia'; sindicato, 'conquista histórica'› Como ficou a votação da escala 6x1? Veja placar nos dois turnos
Política

Milhares de colombianos marcham na primeira greve nacional contra o governo Espriella

Brasil de Fato ·
Milhares de colombianos marcham na primeira greve nacional contra o governo Espriella

O governo de Abelardo de la Espriella mal completou dois meses no poder na Colômbia e, nesta quarta-feira (14), enfrentou um grande desafio nas ruas, com a primeira greve nacional em protesto contra sua administração.

Em um contexto de grande tensão política e social, milhares de pessoas marcharam por Bogotá, Cali, Medellín, Bucaramanga, Pereira e Riohacha para expressar um rechaço frontal à agenda econômica e de segurança do governo Espriella, ao aumento do custo de vida, à onda de violência, à regressão das conquistas sociais e às tentativas de criminalizar e coagir o direito de protestar.

A manifestação reuniu sindicatos, grupos estudantis, partidos de oposição, federações trabalhistas e o Conselho Regional Indígena de Cauca (CRIC). A abrangência da aliança, que incluiu desde o movimento dos professores até as comunidades indígenas, deu o tom para um dia de ações que tomou conta da capital e foi replicado em outras seis cidades do país.

O ex-presidente Gustavo Petro e outras figuras progressistas devem participar da manifestação em Bogotá. Os manifestantes enfatizaram o caráter pacífico do protesto, contrariando as declarações vindas do Palácio Presidencial (Casa de Nariño) que tentam deslegitimar as reivindicações da sociedade civil colombiana.

O estopim foi o Decreto 1525, assinado por Espriella. O decreto estabelece regras para a atuação das forças de segurança em manifestações e autoriza as autoridades a dispersá-las em caso de distúrbios graves. Os governos locais responderam com um grande contingente de policiais uniformizados nas principais cidades.

A oposição interpretou a operação como uma tentativa de restringir preventivamente o direito de protesto. Essa interpretação aumentou ainda mais as tensões em um dia que os organizadores haviam anunciado como uma expressão de descontentamento acumulado com o custo de vida e o desmantelamento de programas sociais.

O descontentamento não se limita ao decreto. Os setores mobilizados questionam todas as decisões iniciais do Executivo, que acusam de desmantelar conquistas sociais e encarecer o cotidiano da maioria.

A Fecode, Federação Colombiana de Educadores, saiu em defesa da educação pública e da saúde dos professores. O sindicato também exigiu a reconstrução da infraestrutura escolar danificada por emergências anteriores, como o terremoto e os tremores secundários no Vale do Cauca, e denunciou a estigmatização sofrida pelos sindicatos de professores.

As comunidades indígenas e camponesas, por sua vez, rejeitaram os megaprojetos e as medidas econômicas que ameaçam seus territórios ancestrais. O CRIC alertou que o governo Espriella está tentando minar a autonomia de suas organizações.

A agenda econômica foi o foco de grande parte do descontentamento. O aumento do custo de vida e as políticas que, segundo os organizadores, corroem os direitos adquiridos, levaram trabalhadores de diversos setores produtivos às ruas.

Ler a notícia completa no Brasil de Fato ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.brasildefato.com.br — o conteúdo pertence a Brasil de Fato.

Este assunto em outros veículos

Mais de Brasil de Fato

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›