O consultor e o treinador
Mauricio Saraiva analisa a sequência do Grêmio até o fim do Brasileirão A carreira de Renato Portaluppi é mais vitoriosa do que a de Eduardo Baptista, o que me leva à conclusão de que, até hoje, Renato é melhor treinador do que Eduardo.
Porém, o técnico do Inter sinaliza mais esperança à sua torcida do que o do Grêmio à dele.
Maurício Saraiva analisa os jogos que faltam para o Inter no Brasileirão Enquanto Eduardo Baptista entende o Inter como seu prato de comida, Renato Portaluppi demonstra fastio há bastante tempo.
Quando saiu do Grêmio no ano da enchente, dava impressão de não suportar mais tudo que cerca a atividade específica de treinador.
Depois, mesmo com a brilhante campanha de semifinalista do Mundial de Clubes, Renato abandona o Fluminense porque estava cheio das perguntas espinhosas e ingratidões em geral do mundo da bola.
O presidente tentou demovê-lo, em vão.
Quando volta a trabalhar em 2026, o bom começo não bastou para evitar o desgaste no vestiário.
A paciência de Renato foi embora para lugar incerto e não sabido.
Quando atende o chamado do clube do coração para evitar o pior – muitissimo bem pago para a missão, não veio fazer caridade –, Renato crê na magia de sempre e ela não acontece de cara.
Renato e Eduardo Baptista se abraçam no Gre-Nal Reprodução/RBS TV Sua reação é a pior; sai a distribuir culpas sem parecer ter nenhuma.
Implode pontes.
De "o Grêmio não vai cair porque eu estou aqui", Renato passa a "a conta chega" em um mês.
Eduardo Baptista chegou sob expectativa negativa, reagiu com humildade e trabalho.
Embora a situação colorada seja gravissima, está animado.
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