Acidentes envolvendo ônibus ampliam debate sobre segurança do transporte no Paraná
Quem espera um ônibus urbano costuma olhar o horário, conferir a linha e torcer para chegar a tempo ao destino.
As condições dos freios, da direção e dos demais componentes mecânicos, porém, ficam fora do alcance de quem utiliza o transporte diariamente.
Para a Associação Paranaense dos Organismos de Inspeção Veicular (APOIA), a discussão sobre a segurança do transporte de passageiros precisa reunir manutenção, inspeção veicular e acompanhamento das condições de funcionamento da frota.
Segundo ele, é necessário aprofundar o debate para qualificar o serviço e reduzir os riscos dos passageiros.
“O objetivo é discutir como a inspeção veicular independente pode complementar a manutenção e as vistorias existentes, com testes, registro dos resultados e acompanhamento das correções.
O passageiro não tem como avaliar os freios, a direção ou os componentes mecânicos antes de embarcar.
Ele depende dos procedimentos de controle”, salienta.
Quando um ônibus para durante o trajeto por uma falha mecânica, os passageiros precisam aguardar outro veículo ou buscar uma alternativa para chegar ao trabalho, à aula ou a uma consulta.
A interrupção do serviço traz ainda o questionamento sobre quais verificações podem ajudar a identificar problemas antes que comprometam a operação.
Na inspeção veicular, parte dessa resposta vem de medições.
Everton Pedroso explica que o frenômetro, por exemplo, é utilizado para medir os esforços de frenagem e o desequilíbrio do sistema de freios, conforme diretriz técnica do Inmetro.
O equipamento produz resultados sobre o desempenho dos freios durante o ensaio.
“Há condições de funcionamento que precisam ser medidas.
Os testes permitem avaliar os sistemas com critérios técnicos e orientar as intervenções necessárias.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.