Caso Gustavo: polícia investiga se pai matou filho de 3 anos para atingir a mãe; entenda o que é violência vicária
Investigação apura violência vicária no caso da morte de Gustavo A Polícia Civil investiga a morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, em Palmas, e apura a possibilidade de o crime ser enquadrado como violência vicária.
O termo é usado para definir situações em que a violência contra uma pessoa é utilizada como instrumento para causar sofrimento a outra.
O pai do menino, Igor Veloso, e a madrasta, Kathellen Moreira, estão presos preventivamente. 🔍 A violência vicária passou a ser reconhecida expressamente na legislação brasileira em 9 de abril de 2026, com a sanção da Lei nº 15.383/2026, que alterou a Lei Maria da Penha.
O termo se refere à violência praticada contra pessoas próximas à mulher, como filhos, com o objetivo de causar sofrimento, puni-la ou controlá-la.
Inicialmente, o delegado Eduardo Menezes, responsável pela investigação, pediu as prisões preventivas do pai e da madrasta pelos crimes de homicídio e tortura, mas não descartou a inclusão de outros crimes.
A hipótese de violência vicária ganhou força após a divulgação dos laudos periciais e da decisão judicial que determinou as prisões.
Ao fundamentar a medida, o juiz Cledson Nunes citou o histórico de ameaças contra Sabrina Feitosa da Silva, mãe de Gustavo, e destacou que a criança estava sob os cuidados exclusivos do pai e da madrasta no momento da morte.
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