terça-feira, 27 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Parlamentares europeus projetam redobrar parceria com Brasil governado por Lula› Investigação da ONU acusa Israel de ‘extermínio’ na Cisjordânia ocupada› Após pressão, governo francês promete reformar sistema de acesso ao ensino superior› Pedro Sánchez diz que se inspira em Lula para vencer direita nas eleições gerais› PL reconhece vitória de Lula um dia após Flávio Bolsonaro sugerir anulação das eleições› Sem apresentar provas, Trump diz que eleição no Brasil ‘pareceu fraudada’› PF intima Flávio Bolsonaro a entregar passaporte e proíbe de deixar o país› Filho de Trump compartilha publicação contra eleições brasileiras e críticas a Lula› Pela 1ª vez após genocídio em Gaza, israelenses vão às urnas nesta terça-feira (27)› Acidente com carreta e caminhão causa incêndio e bloqueia parte do Rodoanel› Parlamentares europeus projetam redobrar parceria com Brasil governado por Lula› Investigação da ONU acusa Israel de ‘extermínio’ na Cisjordânia ocupada› Após pressão, governo francês promete reformar sistema de acesso ao ensino superior› Pedro Sánchez diz que se inspira em Lula para vencer direita nas eleições gerais› PL reconhece vitória de Lula um dia após Flávio Bolsonaro sugerir anulação das eleições› Sem apresentar provas, Trump diz que eleição no Brasil ‘pareceu fraudada’› PF intima Flávio Bolsonaro a entregar passaporte e proíbe de deixar o país› Filho de Trump compartilha publicação contra eleições brasileiras e críticas a Lula› Pela 1ª vez após genocídio em Gaza, israelenses vão às urnas nesta terça-feira (27)› Acidente com carreta e caminhão causa incêndio e bloqueia parte do Rodoanel
Mundo

Eleição em Israel equivale a julgamento popular de Netanyahu

G1 Mundo ·
Eleição em Israel equivale a julgamento popular de Netanyahu

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu REUTERS/Ronen Zvulun/Pool As eleições desta terça-feira (27) em Israel equivalem a um julgamento popular do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e também à dimensão da rejeição a ele.

Pela primeira vez, os israelenses poderão avaliar a sua liderança diante do massacre de 7 de outubro de 2023 — do qual ele nunca assumiu a responsabilidade e rechaçou a instalação de uma comissão independente de inquérito —, assim como as guerras de Gaza, Líbano e Irã, que levaram o país ao isolamento. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Eleições em Israel fazem milhares de israelenses voltarem ao país apenas para votar Sem dúvida alguma, o voto é sobre o premiê mais longevo, que comandou Israel em seis mandatos.

Pesam ainda sobre ele a tentativa de emplacar uma controversa reforma judicial, o julgamento em três processos por corrupção e um mandado de prisão expedido pelo Tribunal Penal Internacional.

O último mandato de Netanyahu, de 77 anos, foi o mais radical, nacionalista e religioso, graças ao apoio e à dependência de parceiros de extrema direita e ultraortodoxos.

E é nesta direção que o premiê promete conduzir o país nos próximos quatro anos.

Seu slogan de campanha é “Direita ou Palestina”, palavras que rimam em hebraico, mas que, no contexto atual, carregam um significado contraditório.

O bloco anti-Netanyahu se uniu em torno do ex-general e ex-chefe do Estado Maior Gadi Eisenkot, de 66 anos, do partido Yashar.

Embora tenha servido em um de seus governos, ele é retratado pelo premiê como um esquerdista, uma ameaça à segurança do país ou uma marionete dos partidos árabes.

O líder da oposição israelense e ex-chefe militar, Gadi Eisenkot REUTERS/Amir Cohen Eisenkot é centrista, está longe de ser pacifista, mas cultivou uma reputação de integridade, que lhe permite dialogar com boa parte do espectro político do país.

Ele responsabiliza Netanyahu por não ter cumprido nenhum de seus objetivos militares em Gaza, no Líbano ou no Irã e promete, se eleito primeiro-ministro, acabar com o domínio do Hamas em 18 meses.

Sua campanha se baseou nas promessas de recuperar a confiança pública no governo e preservar os valores de Israel como uma democracia judaica.

Assim como Netanyahu, o ex-general se opõe a um Estado Palestino, mas defende fortalecer a Autoridade Palestina.

Ele promete desmantelar os assentamentos ilegais na Cisjordânia, combater os colonos judeus extremistas e expandir o serviço militar para toda sociedade, o que significa incluir os ultraortodoxos religiosos.

Este último, aliás, é um dos temas que mais mobilizam o eleitor secular — homens e mulheres obrigados a servir o Exército, enquanto os religiosos são isentos e subsidiados pelo Estado.

Ler a notícia completa no G1 Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

Este assunto em outros veículos

Mais de G1 Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›