De “menino prodígio” a símbolo da crise na Apex: ascensão e queda de Fernando Cinelli
Fernando CInelli fundou a Apex aos 23 anos e, cerca de 13 anos depois, se vê nno meio de uma crise que pode passar de R$ 1 bilhão.
Crédito: Reprodução de redes sociais Fernando Antonio Kulnig Cinelli levou pouco mais de uma década para sair da condição de jovem promessa do mercado capixaba e chegar ao comando de um grupo financeiro com influência sobre R$ 17,5 bilhões em ativos.
Aos 36 anos, porém, o empresário também passou a representar a maior crise da história da própria Apex Partners.
A empresa o afastou da presidência após identificar inconsistências financeiras em um conglomerado com passivo preliminar de R$ 985,6 milhões.
Cinelli iniciou a carreira aos 18 anos na construtora e incorporadora do pai.
Em 2013, por volta dos 23 anos, fundou a Apex com a ambição de criar o primeiro banco de investimentos capixaba.
O projeto combinava juventude, discurso liberal, defesa do empreendedorismo e a proposta de levar serviços financeiros sofisticados para fora do eixo Rio-São Paulo.
O empresário construiu sua imagem pública com rapidez.
Presidiu o Instituto Líderes do Amanhã em 2017, chegou ao conselho do IBEF-ES e cursou o programa executivo OPM da Harvard Business School .
Assim, tornou-se presença constante em eventos empresariais, debates econômicos e ambientes de formação de lideranças.
Pouca idade, desenvoltura e crescimento da Apex.
Elementos que ajudaram a consolidar a imagem de “menino prodígio” do mercado financeiro capixaba.
Apex: empresa regional com ambição nacional A Apex acelerou o crescimento por meio de fusões e aquisições.
Em 2023, a incorporação da Forever Capital levou o grupo a uma carteira de R$ 4 bilhões.
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