Defesa de Ana Hickmann contesta contrato que motivou leilão de apartamento
Após a informação de que um apartamento de Ana Hickmann e Alexandre Correa será levado a leilão judicial para quitar uma dívida de cerca de R$ 11,3 milhões, a defesa da apresentadora se manifestou sobre a origem da cobrança.
O imóvel, localizado em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, é avaliado em R$ 5,2 milhões e tem lance mínimo de R$ 4,2 milhões.
A ação foi movida pela Informação com Ênfase – Ice Propaganda Ltda., em razão de um suposto empréstimo firmado em setembro de 2023.
Em nota enviada à Coluna Fábia Oliveira, o corpo jurídico de Ana Hickmann contestou a validade do contrato que deu origem à cobrança.
Segundo a defesa, o documento teria a assinatura falsificada da apresentadora, além da assinatura de Alexandre Correa, que era responsável pela gestão da empresa à época.
Documento é investigado De acordo com os advogados, o contrato está sob investigação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), e o representante legal da Ice Propaganda já prestou os primeiros esclarecimentos.
A defesa também questiona a destinação dos valores relacionados ao suposto empréstimo e afirma não haver comprovação de que os recursos tenham sido destinados à Hickmann Serviços.
Para esclarecer a autenticidade do documento, os advogados solicitaram uma perícia grafotécnica, que já foi autorizada pela Justiça e deverá ser realizada em breve.
Ainda segundo a manifestação, exames anteriores teriam identificado falsificações de assinaturas atribuídas a Ana Hickmann em documentos relacionados ao Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Safra.
A defesa afirma que há processos nas esferas cível e criminal em andamento para apurar a autoria dessas supostas falsificações.
O comunicado também aborda o leilão do imóvel.
Segundo os advogados, os efeitos da medida estão parcialmente suspensos por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
A defesa afirma ainda que, em outro recurso, as partes discutem o valor atribuído ao apartamento, sob o argumento de que houve subavaliação.
Por fim, os representantes da apresentadora afirmam que os valores envolvidos na disputa deverão ser definidos ao final do processo e, caso seja necessário, por meio de perícia contábil.
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