Especialista e professora da Faculdade de Medicina Zarns Salvador reforça a importância dos cuidados e prevenção
A Clínica-escola da Faculdade de Medicina Zarns Salvador fica localizada na Avenida Paralela.
Acervo institucional Manchas vermelhas na pele, sensação de mal-estar, dores de cabeça e nos olhos, fraqueza no corpo e tontura.
Os sintomas levaram a jornalista Amanda Azevedo a uma unidade de pronto atendimento, onde recebeu a confirmação de Zika.
O relato não é um caso isolado.
Embora a dengue costume concentrar a atenção quando se fala em arboviroses, outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti também exigem atenção na Bahia.
Segundo dados divulgados pela Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), os registros de chikungunya cresceram 310,8% e os de Zika, 19,8% em relação ao mesmo período de 2025.
Já os casos prováveis de dengue caíram 19,9%.
Para a infectologista e docente da Faculdade de Medicina Zarns Salvador, Raquel Viana (CRM-BA 14730 / RQE 13995), a redução dos casos de dengue não significa que os cuidados podem ser deixados de lado.
“Uma queda percentual não significa ausência de risco: ainda estamos falando de mais de 20 mil casos prováveis e 492 casos graves só neste período”, alerta.
A dengue pode evoluir para quadros graves, principalmente entre grupos mais vulneráveis.
Por isso, sintomas como febre, dores no corpo e de cabeça devem ser observados com atenção.
“As três doenças causam febre e dor no corpo, o que confunde bastante no início.
Mas há pistas importantes.
Enquanto a dengue costuma apresentar febre alta e súbita, dor de cabeça intensa e dor atrás dos olhos, a chikungunya chama atenção pela intensidade das dores nas articulações”, afirma a especialista.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Bahia.