segunda-feira, 19 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Na sede da Meta em SP, manifestantes denunciam influência em favor da extrema direita na eleição› Aprovação de Trump cai ao menor nível do mandato, aponta pesquisa› Trump cogita reunião trilateral com Putin e Xi em novembro na China› Dia do Piauí: o Nordeste em luta pela independência do Brasil› TSE pune Nikolas Ferreira e Pablo Marçal por divulgação de conteúdos vetados sobre Lula› Big Techs dos EUA descumprem transparência eleitoral no Brasil, revela estudo› 8 razões pelas quais Flávio saiu derrotado no debate, e 13 lições para a campanha Lula› André Janones é internado em São Paulo com arritmia cardíaca› Corte em programa alimentar da ONU afetará mais de um milhão de palestinos em Gaza› No quarto dia de greve em Madri, professores exigem renúncia de ministra da Educação› Na sede da Meta em SP, manifestantes denunciam influência em favor da extrema direita na eleição› Aprovação de Trump cai ao menor nível do mandato, aponta pesquisa› Trump cogita reunião trilateral com Putin e Xi em novembro na China› Dia do Piauí: o Nordeste em luta pela independência do Brasil› TSE pune Nikolas Ferreira e Pablo Marçal por divulgação de conteúdos vetados sobre Lula› Big Techs dos EUA descumprem transparência eleitoral no Brasil, revela estudo› 8 razões pelas quais Flávio saiu derrotado no debate, e 13 lições para a campanha Lula› André Janones é internado em São Paulo com arritmia cardíaca› Corte em programa alimentar da ONU afetará mais de um milhão de palestinos em Gaza› No quarto dia de greve em Madri, professores exigem renúncia de ministra da Educação
Economia

Argentina de Milei prepara novo corte de 20 mil funcionários públicos; 77 mil já perderam o emprego

G1 Economia ·
Argentina de Milei prepara novo corte de 20 mil funcionários públicos; 77 mil já perderam o emprego

Milei chama ONU de 'inútil' em discurso na Assembleia Geral O governo argentino lançou, nesta segunda-feira (19), um plano de demissão voluntária com o qual espera cortar 20 mil novos postos de trabalho na administração pública.

Os cortes se somariam aos mais de 77 mil postos de trabalho eliminados desde que o presidente Javier Milei assumiu o cargo, em dezembro de 2023.

O programa terá duração de um mês, a partir de 1º de novembro, e prevê pagamentos que variam conforme a idade e o tempo de serviço dos funcionários, apurou a AFP.

Quem aderir ficará proibido de voltar a trabalhar na administração pública por oito anos.

O objetivo, segundo decreto publicado no Diário Oficial, é promover uma "adequada e eficiente alocação dos recursos públicos".

"Continuamos buscando maneiras de reduzir o gasto público para continuar baixando impostos", escreveu no X o ministro da Desregulação e Transformação do Estado, Federico Sturzenegger.

A Associação de Trabalhadores do Estado (ATE), sindicato que representa servidores públicos, anunciou uma marcha contra o plano.

"Não é desligamento voluntário, é demissão extorsiva.

A rejeição a este decreto é total", escreveu no X o secretário-geral da entidade, Rodolfo Aguiar.

O funcionalismo público é um dos principais alvos da política de redução dos gastos do Estado adotada por Milei, conhecida como "motosserra".

O setor privado cortou 270 mil empregos Segundo dados divulgados por Sturzenegger em setembro, 21% dos postos de trabalho do Estado nacional foram eliminados desde dezembro de 2023, o equivalente a 77,5 mil empregos.

Os cortes também atingiram o setor privado formal, que perdeu 270 mil postos de trabalho no período, segundo fontes sindicais.

O cenário é marcado por medidas de austeridade fiscal — redução de gastos do governo para equilibrar as contas públicas — e pela queda da atividade econômica.

Sturzenegger, por sua vez, afirma que foram criadas 400 mil vagas de trabalho.

Ler a notícia completa no G1 Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

Este assunto em outros veículos

Mais de G1 Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›