sábado, 19 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Elizabeth Hughes: a jovem que sobreviveu a uma sentença de morte pela fome em uma época que não se usava insulina contra a diabetes

CNN Brasil ·
Elizabeth Hughes: a jovem que sobreviveu a uma sentença de morte pela fome em uma época que não se usava insulina contra a diabetes

A diabetes tipo 1 é uma doença que não tem cura, mas o tratamento permite que a pessoa que lida com essa condição viva uma vida quase nos parâmetros normais, graças à insulina.

No passado, porém, as opções que eram oferecidas aos pacientes era extremamente limitadas, baseadas principalmente em uma sentença de fome.

Antes de 1922, receber um diagnóstico de diabetes tipo 1 era praticamente uma sentença de morte.

Pacientes viviam dias, semanas ou meses, e garantiam um pouco mais de oportunidades de sobreviverem graças a uma “terapia de fome” — se não comessem, os níveis de açúcar no sangue não subiam.

Leia Mais Atriz de "This is Us" revela uso de caneta para emagrecer: "Nada funcionou" Canetas emagrecedoras: 84% reduzem consumo de alimentos industrializados GLP-1 pode ajudar em tratamentos renais, dizem nefrologistas a Kalil Nesta época, ficou conhecido o caso da jovem Elizabeth Hughes , filha do político Charles Evans Hughes, que foi governador do Estado de Nova York, membro da Suprema Corte, Secretário de Estado e candidato do Partido Republicano à presidência dos Estados Unidos nas eleições de 1916.

Para sobreviver, a jovem foi colocada em uma dieta de fome por uma semana, podendo comer 500 calorias por dia ou um quarto do que a OMS (Organização Mundial da Saúde) orienta atualmente, depois da normalização dos níveis de glicose .

As dietas de Hughes era defendida pelo médico Frederick Allen, que fez a jovem chegar a pesar 20 quilos.

Segundo artigo assinado pelo sociólogo Allan Mazur, da Universidade Syracuse, nos Estados Unidos, não é possível até hoje dizer se o profissional prolongou a vida de Elizabeth.

Para Mazur, esse tratamento chocante era baseado em evidências frágeis e que faziam com que as pessoas morressem, literalmente, de fome.

Uma esperança surgiu em 1922, depois de dois anos em que Elizabeth vivia no regime.

Os cientistas Frederick Banting e Charles Best, da Universidade de Toronto, no Canadá, conseguiram isolar a insulina a partir do pâncreas de animais e criaram as primeiras versões do tratamento para diabetes tipo 1 que é usado até hoje.

A mãe de Elizabeth, Antoinette, escreveu para Banting solicitando que a filha fosse incluída nos testes clínicos do tratamento, mas ela não teve o pedido atendido imediatamente, já que a insulina deve ser aplicada diariamente e o estoque que existia no momento não era suficiente.

Mãe e filha, então, foram para Toronto para encontrar o cientista, que por sua vez ficou surpreso que Elizabeth estivesse viva devido à sua aparência extremamente magra.

Logo, a insulina foi aplicada na paciente e uma nova dieta foi estabelecida.

Ler a notícia completa no CNN Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

Mais de CNN Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›