Sonda espacial resiste mais de duas horas sob calor capaz de derreter chumbo e registra primeiras imagens coloridas da Estrela do Amanhã
Em um feito histórico da exploração planetária, o módulo soviético Venera 13 superou os limites da engenharia ao operar por 127 minutos no solo de Vênus.
A sonda espacial resiste a um ambiente extremo com temperaturas de 465°C e pressão 89 vezes maior que a terrestre.
O equipamento colheu amostras de solo e capturou os primeiros registros visuais coloridos do local.
Os técnicos soviéticos abrigaram a eletrônica do módulo em uma estrutura de titânio para garantir que a sonda espacial resista ao calor e à pressão extrema.
Foto: NASA Estrutura de titânio permite que a sonda espacial resista ao calor extremo Para suportar as condições hostis do planeta vizinho, os técnicos projetaram uma blindagem especial.
Os instrumentos e sistemas eletrônicos ficaram acomodados dentro de uma estrutura pressurizada de titânio com camadas de isolamento térmico especial.
Além disso, a cápsula passou por um processo completo de pré-resfriamento antes de se desacoplar da nave transportadora.
Dessa forma, a sonda espacial resiste por mais de duas horas no solo, superando em quase quatro vezes a previsão inicial de sobrevivência.
Projeto da China está plantando árvores há quase 50 anos em um dos maiores desertos do mundo e a recompensa chegou agora Etapa de descida e como a sonda espacial resiste à pressão de Vênus Lançada em outubro de 1981, a missão ingressou na atmosfera do planeta após meses de viagem.
Primeiramente, um escudo térmico absorveu o atrito inicial e paraquedas reduziram a velocidade durante a passagem pelas nuvens densas.
A sonda espacial resiste por 127 minutos no solo de Vênus após passar por uma complexa etapa de descida com paraquedas.
Foto: NASA Posteriormente, o módulo tocou a região de Febe a uma velocidade de 7,5 metros por segundo.
Enquanto isso, a nave principal permaneceu em sobrevoo a 36 mil quilômetros de altitude para retransmitir todos os dados científicos diretamente para a Terra.
Cientistas descobrem fóssil de 240 milhões de anos com 6 metros e mais de uma tonelada Primeiras fotos em cores e análise das rochas da Estrela do Amanhã Diferente de missões anteriores que registraram apenas fotos em preto e branco, dois telefotômetros escanearam a paisagem através de filtros especiais.
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