Treinadores histéricos e árbitros passivos: o que fazer sem comando?
O futebol brasileiro, além da evidente crise técnica, padece de outros dois males aparentemente incuráveis e que sob a liderança de Samir Fraude na Casa Bandida do Futebol não encontrarão solução: os treinadores que trabalham por aqui, falem português ou espanhol, sofrem de falta de controle de nervos e os assopradores de apito, além de deficientes visuais, sofrem de falta de personalidade e aceitam desaforos sem reagir.
É claro que um comandante como o que temos na CBF nenhum comandado se importa e a prova disso é que Fraude faz muito mais o papel da velha rainha da Inglaterra do que realmente manda, atribuição de Francisco Mendes, o filho do ministro Gilmar Mendes.
Daí é um tal de treinador chutando microfone, xingando do quarto árbitro ao primeiro, passando pelo levantador de bandeirinhas que tiver à mão em sua frente, dando chiliques sem parar, com raríssimas exceções, tão excepcionais que não ocorre nenhuma no momento.
Seguem permitindo que os atletas os cerquem, não têm personalidade para peitar o VAR, tomado por colegas que ainda não entenderam quando devem e quando não devem intervir.
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