Consórcio ou financiamento: qual vale mais a pena para comprar carro ou imóvel?
Quem pretende comprar um carro ou imóvel pode se deparar com duas das principais alternativas para viabilizar a aquisição: o financiamento e o consórcio (Foto Divulgação) Quem pretende comprar um carro ou imóvel pode se deparar com duas das principais alternativas para viabilizar a aquisição: o financiamento e o consórcio.
Embora ambos permitam parcelar o valor do bem, as modalidades funcionam de maneiras diferentes e podem ter impactos distintos no orçamento do consumidor.
No financiamento, o comprador recebe o crédito para adquirir o bem e passa a pagar as parcelas à instituição financeira.
Em geral, há cobrança de juros e outros encargos, e o custo final pode ficar significativamente acima do valor originalmente financiado.
Já no consórcio, um grupo de pessoas contribui mensalmente para formar um fundo comum utilizado para a compra dos bens previstos no contrato.
A administradora cobra uma taxa de administração, além de outros possíveis encargos previstos no contrato.
Não há juros de financiamento, mas isso não significa que o consórcio seja livre de custos.
A principal diferença está na contemplação Um dos pontos que mais diferencia as modalidades é o momento em que o consumidor pode utilizar o crédito.
No financiamento, após a aprovação do crédito e a conclusão da operação, o comprador normalmente pode adquirir o veículo ou imóvel imediatamente.
No consórcio, é necessário ser contemplado para ter acesso à carta de crédito.
A contemplação pode ocorrer por sorteio ou por lance, conforme as regras do grupo.
Por isso, quem precisa do bem imediatamente pode encontrar no financiamento uma alternativa mais adequada.
O Banco Central orienta que o consumidor verifique as condições do grupo e não considere a contemplação como algo garantido em determinada data.
A possibilidade de ser contemplado rapidamente por meio de lance também depende das regras e da dinâmica de cada grupo.
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