Emu pode chegar a 2 metros de altura e correr a 50 km/h; conheça ave flagrada em viaduto no Rio
Emu, ave comum na Austrália, é resgatado no Rio Reprodução/TV Globo O emu que viralizou após ser flagrado correndo entre carros no Viaduto Artur Rios, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, pode atingir 50 km/h em um galope e chegar a 2 metros de altura.
Nativa da Austrália, a ave não voa e tem características que exigem cuidados específicos, inclusive durante o manejo.
O animal é um dos dois emus resgatados pela Polícia Civil em uma casa em Campo Grande, na quarta-feira (7).
O macho e uma fêmea foram levados para o BioParque do Rio, em São Cristóvão, na Zona Norte, onde estão em quarentena e vão passar por exames. ✅ Siga o canal de notícias do g1 Rio no WhatsApp Emu visto correndo em viaduto e outro animal são resgatados e vão para o BioParque Ave não voa e pode correr a 50 km/h O emu é uma das maiores aves do mundo e tem aparência semelhante à de uma ema ou de um avestruz.
Apesar das semelhanças, é uma espécie diferente, nativa da Austrália.
Sem capacidade de voar, a ave usa as pernas fortes para se deslocar.
A velocidade, que pode chegar a 50 km/h, ajuda a entender a cena registrada na terça-feira (6), quando o animal correu pela pista do Viaduto Artur Rios e desviou de carros que trafegavam na contramão.
Emu, ave comum na Austrália, é resgatado no Rio Reprodução/TV Globo Segundo Gérson Norberto, diretor técnico do BioParque, o emu exige cautela no contato com humanos.
A equipe precisa adotar procedimentos específicos para se aproximar e manejar o animal com segurança.
Emus estão em quarentena no BioParque Depois de aparecer no viaduto, o emu não foi encontrado na primeira tentativa de resgate, realizada após o acionamento da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais.
Um vídeo que mostrava um homem segurando o pescoço da ave dentro de um carro ajudou a polícia a identificar o local onde ela estava.
Na casa, os agentes encontraram também uma fêmea.
Emu, ave comum na Austrália, é resgatado no Rio Reprodução/TV Globo De acordo com a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), os responsáveis pelos animais prestaram depoimento, mas não informaram a origem das aves nem apresentaram documentos que comprovassem a procedência regular dos emus.
Agora, os dois estão em uma área isolada do BioParque, onde passarão por exames e avaliações veterinárias.
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