'Ratos de biblioteca': na era digital, leitores mantêm paixão por livros físicos em acervos públicos
'Ratos de biblioteca': leitores do interior de SP preservam hábito de emprestar livros Eles circulam em ambientes silenciosos e exploram as estantes, os volumes, as páginas.
Não é à toa que os leitores vorazes são carinhosamente chamados de “ratos de biblioteca”.
Enquanto os pequenos animais se embrenham pelos cantos, quem ama ler se perde entre as prateleiras explorando mundos e acumulando conhecimento.
Neste 12 de outubro, Dia Nacional da Leitura, o g1 conversou com alguns desses “ratos de biblioteca”, leitores da região que, mesmo diante das facilidades digitais e tecnológicas, ainda preservam o hábito de frequentar bibliotecas e emprestar livros. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp É o caso da analista de mídias sociais Bruna Franco, estimulada a ler desde a infância pelos pais e na escola.
Ela contou como se transformou em uma frequentadora assídua da Biblioteca Municipal Professor Olavo Valente de Almeida, em Itu (SP), localizada no Centro Ituano de Letras e Artes (CILA).
“Ganhava livros de presente dos meus pais e havia atividades de leitura na escola.
Na adolescência, isso aflorou mais.
Li Júlio Verne, Agatha Christie e J.
R.R.
Tolkien.
Um dos livros que mais gosto é Orgulho e Preconceito, da Jane Austen.
Já emprestei várias vezes na biblioteca.
Ela foi uma mulher à frente do tempo e esse é um livro que é preciso ler nas entrelinhas”, disse.
Estímulos à leitura em casa e na escola levam leitores aos acervos físicos de Sorocaba (SP) e região Arquivo Pessoal/Divulgação Fã de literatura clássica e descobrindo os autores coreanos, Bruna começou a frequentar a biblioteca ainda adolescente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.