Coordenadora da campanha de Renan Santos grava suposta oferta de propina
A vereadora de São Paulo e coordenadora da campanha presidencial de Renan Santos (Missão), Amanda Vettorazzo (União Brasil), relatou à Polícia Civil ter sido alvo de uma suposta tentativa de suborno relacionada a um possível contrato para a implementação de câmeras corporais na Guarda Civil Metropolitana (GCM) .
Segundo o boletim de ocorrência e o depoimento prestado pela parlamentar nesta terça-feira (25/8), um homem teria oferecido R$ 200 mil como adiantamento e prometido uma porcentagem do valor de um eventual contrato caso ela usasse sua influência política para ajudar a empresa a avançar com o projeto.
O homem foi detido no gabinete da vereadora e levado ao 1º Distrito Policial, na Sé, onde o caso foi registrado.
2 imagens Fechar modal.
1 de 2 Samuel Pancher / Metrópoles 2 de 2 Samuel Pancher / Metrópoles Leia também São Paulo “Projeto que mais me orgulho”, diz Tarcísio sobre privatização da Sabesp São Paulo Haddad volta a criticar política monetária do BC: “Descalibrada” São Paulo SP registra mais de 122 mil multas por celular ao volante no 1º semestre São Paulo CPTM fecha 2025 com prejuízo de R$ 589 milhões e rombo de R$ 11,8 bilhões O que Amanda relatou à polícia Segundo o depoimento, a aproximação entre Amanda Vettorazzo e o homem identificado como Diego Fernando Oporto Soliz começou no início deste ano, durante conversas sobre projetos na área de segurança pública.
De acordo com a vereadora, após reuniões e uma apresentação sobre tecnologias para a segurança, as conversas passaram a envolver a possível implementação de câmeras corporais na GCM.
Amanda afirmou que não tinha interesse em avançar com a proposta.
Mesmo assim, segundo o relato à Polícia Civil, Diego teria oferecido uma porcentagem do valor de um eventual contrato caso ela ajudasse a viabilizar o projeto e favorecesse a empresa em uma licitação.
Nesta terça-feira (25/8), durante uma nova reunião no gabinete, a oferta teria incluído R$ 200 mil como pagamento inicial e uma comissão que, segundo Amanda, poderia chegar a R$ 6 milhões.
A vereadora afirmou que gravou a conversa, deu voz de prisão ao homem e acionou a Polícia Civil.
O suspeito foi levado ao 1º DP da Sé, e o caso é investigado como suspeita de corrupção ativa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.