quinta-feira, 13 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Norrie confirma duelo com Zverev em Cincy, Landaluce tira Draper FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas Santos: Neymar no ataque e Arão na zaga; veja a escalação contra o Macará ANÁLISE F1: Por que Cadillac trocou chefe de equipe no meio da temporada de estreia De Cruzeiro 1 x 1 Flamengo para Flamengo x Cruzeiro, o que esperar? Morre Prichard Colón, ex-promessa do boxe que ficou em coma por 11 anos Tricampeão, Djokovic volta ao circuito com boas lembranças de Cincinnati Transmissão ao vivo de Mirassol x LDU Quito pela Libertadores: veja onde assistir Transmissão ao vivo de Vasco x Olimpia-PAR pela Copa Sul-Americana: onde assistir Transmissão ao vivo de Santos x Dep. Macará pela Copa Sul-Americana: onde assistir Norrie confirma duelo com Zverev em Cincy, Landaluce tira Draper FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas Santos: Neymar no ataque e Arão na zaga; veja a escalação contra o Macará ANÁLISE F1: Por que Cadillac trocou chefe de equipe no meio da temporada de estreia De Cruzeiro 1 x 1 Flamengo para Flamengo x Cruzeiro, o que esperar? Morre Prichard Colón, ex-promessa do boxe que ficou em coma por 11 anos Tricampeão, Djokovic volta ao circuito com boas lembranças de Cincinnati Transmissão ao vivo de Mirassol x LDU Quito pela Libertadores: veja onde assistir Transmissão ao vivo de Vasco x Olimpia-PAR pela Copa Sul-Americana: onde assistir Transmissão ao vivo de Santos x Dep. Macará pela Copa Sul-Americana: onde assistir
Últimas

Decreto do mercado livre de energia vem em meio a crise no setor, e segurança vira desafio

UOL Notícias ·
Decreto do mercado livre de energia vem em meio a crise no setor, e segurança vira desafio

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

A ampliação do mercado livre de energia para o consumidor comum avança no momento em que comercializadoras que operam nesse setor enfrentam uma crise sem precedentes.

Na quarta-feira (12), o governo Lula (PT) assinou um decreto com as regras para que clientes residenciais e pequenos negócios possam fazer a transição para esse modelo, em que prazos e volumes de fornecimento são negociados diretamente com as comercializadoras, sem depender da distribuidora local.

Na avaliação de especialistas, o decreto é genérico e enxuto, avançando pouco em relação à lei aprovada em novembro do ano passado. O texto detalhou algumas questões, mas ainda delega à Aneel (agência reguladora do setor) o papel de resolver pontos considerados sensíveis, como tarifas, encargos e outros requisitos.

Por isso, segundo integrantes do setor, o cenário atual ainda reúne desafios regulatórios e de segurança para o consumidor final.

Luiz Fernando Leone Vianna , vice-presidente institucional e regulatório do Grupo Delta Energia, diz que a assinatura do decreto de abertura do mercado livre representa um avanço para a modernização do setor elétrico. "Mas o principal desafio será transformar esse direito de escolha em uma realidade operacional segura, eficiente e compreensível para o consumidor", afirma.

Segundo Vianna, o consumidor de baixa tensão não tem a mesma estrutura técnica de um grande consumidor industrial. "Ele precisará entender o que está contratando, quais riscos assume, quais garantias possui e quem responde em situações extremas."

Para ele, a próxima fase do mercado livre exigirá atenção a aspectos como a solidez das comercializadoras varejistas.

Esse é um dos pontos sensíveis, pois algumas companhias passam por um momento de baixa hoje no Brasil —apesar do crescimento do mercado.

Como mostrou reportagem na Folha , empresas que atuam no setor de revenda de energia para grandes clientes vivem uma crise financeira sem precedentes , com dívidas e recuperações judiciais que já ultrapassam R$ 6 bilhões.

Nos últimos anos, as comercializadoras cresceram rapidamente. De 2024 para cá, porém, passaram a quebrar em efeito dominó.

O cenário é atribuído ao que seria uma "tempestade perfeita", com volatilidade de preços de energia , exigências de garantias financeiras e descasamento nos valores negociados. Muitas dessas comercializadoras venderam energia a seus clientes a preços que, logo depois, se mostrariam irrisórios para cobrir os custos assumidos em seus contratos com os geradores.

A segurança das comercializadoras varejistas é um ponto importante nessa nova fase do mercado livre, dado que elas podem ser responsáveis por gerir a energia de milhões de consumidores. Hoje, o mercado livre tem cerca de 80 mil clientes. Já o mercado cativo responde pela demanda de 90 milhões de consumidores.

"Quando falamos de uma comercialização varejista, o problema é outro, porque são milhares de consumidores que podem ficar sem energia. Não estamos falando mais de 15 ou 20 indústrias grandes que ter um problema de caixa, empréstimo para poder arcar.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›