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Economia

Taxas dos DIs caem em dia de baixa dos rendimentos dos Treasuries e do petróleo

InfoMoney ·
Taxas dos DIs caem em dia de baixa dos rendimentos dos Treasuries e do petróleo

SÃO PAULO, 21 Set (Reuters) – As ⁠taxas dos DIs fecharam a segunda-feira com baixas firmes, ⁠em sintonia com o recuo dos rendimentos dos Treasuries e do petróleo no ‌exterior, enquanto no Brasil a disputa presidencial seguiu permeando os negócios.

No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,515%, com baixa ‌de 11 pontos-base ante o ajuste de 13,623% da sessão anterior.

Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,01%, com queda de 15 pontos-base ante 14,158%.

Leia também Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa sobe com exterior e eleições em foco Bolsas dos EUA avançam com petróleo em queda Petróleo tem nova baixa com expectativas de diplomacia EUA-Irã e exportações sauditas O Irã e os EUA trocaram novas ameaças no domingo, embora o presidente Donald Trump tenha dito que estaria aberto a se reunir com o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian A sessão desta segunda-feira foi marcada por maior otimismo no exterior com a possibilidade de um acordo de paz entre EUA e Irã ⁠nesta ‌semana, quando haverá reunião da ONU em Nova York.

Ainda que permaneça em níveis ⁠elevados, o petróleo Brent cedeu para a faixa dos US$100 o barril e os rendimentos dos Treasuries caíram, enquanto os principais índices de ações em Nova York avançaram.

No Brasil, isso se traduziu na queda das taxas dos DIs em toda a curva a termo.

O recuo das taxas futuras, ainda que pautado pelo exterior, ​também refletiu nova pesquisa eleitoral divulgada no início do dia.

Sondagem BTG/Nexus mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto em ​uma simulação de segundo turno, contra 45% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, eles estão em empate técnico.

No levantamento anterior, Lula tinha 47% e Flávio somava 45%.

No início da noite desta segunda-feira será divulgado novo levantamento da Quaest sobre a disputa pelo Planalto.

No mercado de predição Polymarket, ‌sediado nos Estados Unidos, Flávio tinha 61% das apostas ​de vitória nesta tarde, contra 38% de Lula.

Nas últimas semanas, a percepção de fortalecimento da candidatura de Flávio tem favorecido o chamado “trade eleitoral”, que se traduz no avanço do Ibovespa e na queda do dólar ⁠e das taxas dos DIs.

Isso ​porque Lula é visto ​com desconfiança por boa parte do mercado, que enxerga sua reeleição como um empecilho para o controle das ⁠contas públicas e, consequentemente, da inflação.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

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