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Criminosos vendem cadastros falsos para motoristas de aplicativo por até R$ 350

G1 Rio de Janeiro ·
Criminosos vendem cadastros falsos para motoristas de aplicativo por até R$ 350

Criminosos vendem cadastros falsos para motoristas de aplicativo por até R$ 350 Criminosos vendem cadastros falsos para motoristas de aplicativos de transporte por valores que chegam a R$ 350.

Em grupos de mensagens, eles prometem criar contas para pessoas sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), menores de idade e até quem tem antecedentes criminais.

A reportagem do RJ1 acompanhou as conversas nesses grupos e encontrou ofertas de perfis irregulares, documentos de veículos e placas falsas.

Os vendedores também garantem que conseguem burlar os sistemas de reconhecimento facial das plataformas.

O esquema pode colocar passageiros em risco, já que permite que pessoas não habilitadas ou que não atendem às exigências dos aplicativos realizem viagens usando cadastros registrados em nome de terceiros.

Em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, a família de Maycon Batista da Silva, de 25 anos, tenta há um ano e cinco meses obter justiça pela morte do jovem.

Ele estava em um carro de aplicativo que bateu em um ônibus.

Segundo a investigação, o motorista não tinha habilitação e usava um cadastro falso para trabalhar na plataforma.

Mãe de jovem morto em acidente cobra justiça Maycon Silva morreu em um acidente em Niterói enquanto estava em um carro de aplicativo conduzido por um motorista que usava um cadastro falso Reprodução / TV Globo Maycon morreu após o carro em que estava bater em um ônibus, em Niterói.

De acordo com a investigação da Polícia Civil, o motorista, Caio Teles Bevenuto Bretas, dirigia sem habilitação e usava uma conta registrada em nome de outra pessoa para trabalhar com o aplicativo.

O motorista foi indiciado pela Polícia Civil, mas não foi localizado para responder ao processo.

Segundo o Tribunal de Justiça, a ação está suspensa porque ele não foi encontrado nos endereços procurados, não se apresentou à Justiça e não constituiu advogado de defesa.

A investigação conduzida pela delegacia de Niterói identificou a pessoa que teria vendido o perfil falso usado por Caio.

A polícia descobriu que a conta estava registrada em nome de um homem de São Paulo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.

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