O cimento flexível que consegue dobrar sem rachar e promete acabar de vez com os danos estruturais causados por abalos e sobrecargas
Concreto dobrável suporta peso gigante e evita rachaduras feias na obra
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O concreto dobrável surge como uma solução genial para a construção civil porque consegue entortar sem quebrar ao meio. Essa massa reforçada segura abalos fortes e acaba com os danos pesados nas paredes e pontes das grandes cidades.
O segredo desse material está na mistura cheia de fibras sintéticas fininhas espalhadas por toda a massa. Quando a pressão aperta, essas fibras seguram o bloco unido e criam microfissuras invisíveis em vez de uma grande rachadura que destrói tudo.
A receita troca a areia grossa do modelo tradicional por componentes menores que deixam o conjunto mais maleável no dia a dia. Para sacar como a física atua nesse tipo de peça, vale entender o conceito de módulo de elasticidade dos materiais modernos.
Colocar essa tecnologia na sua obra garante que o prédio suporte tremores e a passagem de caminhões pesados sem estragar o acabamento. A estrutura ganha uma vida útil muito maior e reduz a necessidade de reformas urgentes no futuro.
A diferença entre os dois materiais salta aos olhos na hora de aguentar o impacto diário e o peso das cargas. O modelo novo custa mais caro de início, mas compensa cada centavo no longo prazo.
A aplicação brilha no retoque de pontes, viadutos e pavimentos de estradas que sofrem com o vaivém constante de veículos pesados. O produto segura a onda onde a massa normal esfarela com facilidade por causa do atrito.
Prédios construídos em áreas que treme o chão também aproveitam esse reforço nas colunas e fundações principais. O uso dessa camada flexível impede tragédias e mantém a construção de pé mesmo após impactos graves.
Embora o preço de produção ainda seja cerca de três vezes maior do que o da mistura convencional, o rendimento compensa o investimento. Você economiza uma grana preta ao não precisar refazer a calçada ou a parede a cada dois anos.
Com a expansão da produção e a chegada de novas marcas ao mercado, a tendência é que o custo caia bastante nos próximos anos. Essa tecnologia veio para ficar e vai transformar a forma como a gente ergue casas e prédios no país.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.