Renan tem perfis nas redes sociais suspensos após decisão de Toffoli
O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) teve seus perfis nas redes sociais bloqueados no Brasil após a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral, que determinou a suspensão parcial de sua campanha digital.
De acordo com a campanha do candidato, o perfil do TikTok foi o 1º a ser suspenso.
O canal do YouTube e o perfil do Instagram também estão indisponíveis no território brasileiro.
Continuam disponíveis para usuários que estão fora do Brasil.
O Poder360 tentou acessar o perfil de Renan no TikTok.
A conta aparece como indisponível.
Reprodução/TikTok @renansantosmbl – 1º.set.2026 Ao tentar acessar perfil de Renan Santos no TikTok no Brasil, usuário encontra a mensagem: “Conta não disponível” Este jornal digital também tentou acessar o perfil no Instagram e se deparou com a seguinte mensagem: “Conta não está disponível no Brasil” .
A rede social diz ter recebido “um pedido legal” do TSE para restringir os conteúdos e revisou a solicitação.
“Após a revisão, restringimos o acesso aos conteúdos na localização em que infringem a lei local” , declara.
Reprodução/Instagram @renansantosmbl – 1º.set.2026 Ao tentar acessar perfil de Renan Santos no Instagram, usuário encontra a mensagem: “Conta não está disponível” no Brasil Também no YouTube é apresentada a mensagem: “Este canal não está disponível” .
Reprodução/YouTube @renansantosmbl – 1º.set.2026 Ao tentar acessar conta de Renan Santos no YouTube, usuário também encontra canal indisponível Na decisão, Toffoli afirma ter encontrado diversos perfis irregulares que estavam fazendo divulgação de campanha.
Segundo o ministro, o partido informou a existência dos perfis só em 19 de agosto, 12 dias depois de o Missão ter feito o registro de candidatura, em 7 de agosto.
Para Toffoli, houve “ omissão estratégica de informação ”.
Segundo a decisão, os perfis que não foram informados continuaram passíveis de ser recomendados pelas plataformas, tornando-se inviáveis “ a fiscalização dos conteúdos postados, de sua rotulagem como propaganda eleitoral, e do custeio de anúncios e de impulsionamento ”.
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