Condutor tem o hábito de dirigir com a mão direita descansando constantemente sobre a alavanca de câmbio e descobre que a prática comum rende multa
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Dirigir com a mão na alavanca de câmbio direto parece um vício bobo, mas pesa no bolso quando o agente nota a manobra nas ruas. A norma de trânsito exige as duas mãos no volante para garantir controle total do carro.
O artigo 252 do código exige que você segure a direção com as duas mãos durante todo o trajeto. A exceção rola apenas naqueles segundos rápidos para trocar a marcha ou mexer no painel do painel central.
Deixar o braço apoiado reduz o tempo de reação se um pedestre cruzar a pista de surpresa no meio do trânsito. Esse descuido muda a física da dirigibilidade e coloca a vida de todo mundo em risco nas vias públicas.
A fiscalização enquadra essa falha no trânsito como infração média que atinge o cadastro do veículo. O fiscal aplica a cobrança no sistema da prefeitura ou do estado sem precisar parar o automóvel na pista.
Os hábitos errados ao guiar pesam diferente no sistema de trânsito do país. Ficar atento ao uso das mãos evita gastos pesados no fim do mês.
O peso do braço sobre a alavanca empurra os garfos internos contra as engrenagens em rotação no sistema. Esse atrito constante desgasta os anéis sincronizadores e gera folgas folgadas na caixa mecânica com o passar dos anos.
O conserto dessa peça exige a desmontagem do motor e custa mais de R$ 2.000 na oficina mecânica. Mudar a postura economiza uma grana preta e previne quebras no meio da rua.
A recomendação dos instrutores de autoescola é manter as mãos na posição de 09h15 do relógio. Essa postura garante apoio total dos ombros e facilita manobras bruscas se surgir um imprevisto na viagem.
Após trocar a marcha na alavanca, volte o braço para a direção sem enrolação ou descanso. Esse hábito simples protege sua vida nas estradas e impede que a fiscalização tome o seu dinheiro sem necessidade.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.