Candidato ao Senado, Rafael Motta defende fim da escala 6x1 e causa animal; veja entrevista
Apresentadores Hugo Andrade e Larisse Neves com o candidato Rafael Motta ao centro Paulo Martin/Inter TV Cabugi Rafael Motta (PDT) foi o primeiro candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte entrevistado pelo Bom Dia Inter, nesta segunda-feira (14), e destacou que pretende atuar no fim da escala 6x1, na valorização do SUS e na defesa da causa animal.
"A gente trabalha e sempre trabalhou na defesa do trabalhador brasileiro.
Contra as reformas que tiraram o direito dos trabalhadores, contra a escala 6x1, porque o trabalhador tem que estar descansado para ele render, tem que ter tempo com a família", disse. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp O Bom Dia Inter iniciou nesta segunda-feira (14) uma série de entrevistas com os candidatos ao Senado Federal pelo Rio Grande do Norte.
As entrevistas seguem até a sexta-feira (18), sempre às 7h.
As próximas entrevistas são: Terça-feira (15): Samanda de Lula (PT) Quarta-feira (16): Styvenson Valentim (Podemos) Quinta-feira (17): Coronel Hélio (PL) Sexta-feira (18): Zenaide Maia (PSD) Agora no g1 Segunda candidatura ao Senado e aliança com o PT Candidato ao Senado Federal pelo Rio Grande do Norte também em 2022, Rafael Motta começou a entrevista dizendo que nas eleições deste ano, o cenário é diferente, já que são dois votos para o cargo.
Na época, o candidato teve 385 mil votos, mas não foi eleito - a vitória foi de Rogério Marinho.
O candidato relembrou a divisão dos votos dele com o então candidato Carlos Eduardo, mas citou que a disputa naquele ano ajudou a mostrar para o estado as ideias dele.
Neste ano, o candidato do PDT fez aliança política com o Partido dos Trabalhadores (PT).
Ele comentou na entrevista ainda parte da resistência inicial que sofreu.
"O PT tem uma particularidade, é um partido orgânico, é um partido que tem uma dimensão muito grande de filiados, de mandatários.
Então, é um partido em que existem correntes internas que muitas das vezes também discutem entre si.
Isso é a beleza da democracia, mas o PT também tem uma qualidade que é que quando se decide algo nas suas reuniões, eles caminham juntos em torno de um objetivo.
Então, esse ponto já foi passado, é normal as divergências", falou.
Segundo o candidato, essa resistência já foi ultrapassada e ele hoje percebe um acolhimento dentro da sigla.
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