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Política

Arquiteto alemão abandona o tijolo e projeta estruturas inteiras entrelaçando galhos de árvores vivas que continuam crescendo e fortalecendo as paredes ano após ano

O Antagonista ·
Arquiteto alemão abandona o tijolo e projeta estruturas inteiras entrelaçando galhos de árvores vivas que continuam crescendo e fortalecendo as paredes ano após ano

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A arquitetura com árvores vivas muda o jeito de construir casas ao trocar tijolos por troncos que crescem todos os dias. Essa ideia genial usa o tempo da natureza para criar estruturas fortes, verdes e cheias de vida.

O criador dessa técnica junta troncos jovens de plantas usando andaimes de metal para guiar o crescimento das galhadas. Com o passar do tempo, as cascas encostam umas nas outras e se fundem em um processo naturalA arquitetura com árvores vivas transforma plantas em prédios firmes chamado enxerto .

Essa união faz o vegetal virar uma coluna única e muito resistente capaz de segurar andares inteiros. Conforme os anos passam, a estrutura fica ainda mais firme e aguenta pesos gigantescos sem precisar de reformas pesadas.

As construções normais gastam rios de cimento e poluem bastante o ar das nossas cidades. Já esse modelo botânico ajuda a limpar o meio ambiente, absorve a água da chuva e ainda deixa o clima interno bem fresco sem gastar energia.

Perceba como os dois modelos de construção se diferenciam no longo prazo:

Nem todo tipo de vegetação serve para aguentar o tranco de virar parede de uma casa. Os projetistas procuram espécies que crescem rápido, possuem troncos flexíveis e aceitam a fusão de galhos sem morrer no meio do caminho.

O processo pede uma paciência de monge porque depende do ritmo natural das plantas no terreno. O suporte de metal segura a estrutura nos primeiros oito anos até que a madeira fique grossa e tome conta do recado.

Depois dessa fase inicial de espera, os andaimes temporários são retirados e o prédio segue vivo sozinho. A parede continua crescendo, dando folhas e mudando de visual a cada nova estação do ano.

A manutenção principal envolve podar os galhos que saem do caminho certo durante as estações quentes. O gasto com tinta, massa ou reboco zera completamente, já que a própria casca do vegetal faz o papel de proteção contra o sol.

Você precisa apenas garantir regas regulares nos primeiros anos para as raízes pegarem pressão na terra. Trata-se de uma aposta fantástica que junta engenharia de ponta com o futuro verde das nossas cidades.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.

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