PF encontra mochilas e sacola recheadas com R$ 1 milhão no Acre
A Polícia Federal (PF) encontrou sacos e mochilas recheadas com R$ 1 milhão em espécie durante duas operações deflagradas simultaneamente nesta terça-feira (22/9), no Acre.
Uma das ações investiga suspeitas de desvios de recursos públicos, lavagem de dinheiro e irregularidades em contratos.
Já a outra mira uma estrutura criada para espionar atividades da própria corporação.
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As ordens foram expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde os casos tramitam.
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1 de 2 O dinheiro apreendido nas duas operações foi contabilizado, até o momento, em R$ 1 milhão Divulgação/PF 2 de 2 O dinheiro apreendido nas duas operações foi contabilizado, até o momento, em R$ 1 milhão Divulgação/PF Operação Ptolomeu A primeira operação, Ptolomeu IV, tem entre os alvos o ex-governador do Acre e candidato ao Senado pelo Progressistas, Gladson Cameli.
A investigação apura suspeitas de desvios de recursos públicos, lavagem de dinheiro e outras irregularidades envolvendo contratos no estado.
A ação é realizada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU).
Uma das frentes da investigação apura a contratação da empresa responsável pela construção inicial da nova sede do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC).
Uma auditoria da CGU apontou superfaturamento por inexecução parcial de aproximadamente R$ 1,2 milhão, correspondente a serviços que teriam sido medidos e pagos, mas não teriam sido efetivamente concluídos.
Segundo a investigação, também foram identificados indícios de que recursos provenientes dos contratos públicos teriam sido desviados para o pagamento de despesas particulares e para a concessão de vantagens indevidas a agentes públicos.
A análise das movimentações financeiras da empresa contratada apontou, ainda, um volume considerado expressivo de saques em espécie e outras operações classificadas como atípicas.
A segunda frente envolve a empresa posteriormente contratada para concluir a mesma obra.
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