Pastor que usava camiseta vermelha e foi espancado após resultado das eleições não consegue respirar direito, está muito abalado e machucado, diz mulher
Idoso agredido na porta de prédio após resultado das eleições presta depoimento à polícia O pastor Uracy Cordeiro Tenorio, de 70 anos, que foi espancado porque estava de camiseta vermelha após os resultados das eleições, precisará fazer uma cirurgia no nariz, fraturado durante as agressões, segundo a esposa do idoso, Aleir Ferraz Tenório.
Ao g1, ela contou que o marido está em recuperação em casa, sendo medicado, mas enfrenta fortes dores pelo corpo e dificuldades para respirar devido à lesão no rosto.
Segundo ela, a cirurgia só poderá ser realizada quando o inchaço diminuir.
Pastor leva rasteira e chute no rosto por estar com camiseta vermelha após Lula ganhar as eleições, diz família De acordo com Aleir, além dos ferimentos físicos, o impacto emocional e psicológico da agressão tem sido o aspecto mais difícil da recuperação.
“Estamos esperando o nariz desinchar para fazer novos exames e prosseguir com o tratamento.
Meu esposo está em casa, está sendo medicado com antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios.
Ele está muito abalado psicologicamente e muito machucado também, com dores no corpo, sem conseguir respirar direito, porque quebrou o nariz dele.
Não está sendo fácil a recuperação.
O pior é o abalo emocional, o abalo psicológico, mas a gente está aqui seguindo”, disse.
O g1 não conseguiu contato com a defesa até a última atualização da reportagem. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp A agressão ao idoso aconteceu na noite de domingo (25), próximo ao prédio onde ele mora, e foi registrada por uma câmera de monitoramento do local.
Nas imagens, é possível ver quando Gustavo desembarca de um veículo e parte para cima do pastor, desferindo vários socos e chutes.
O idoso cai no chão (veja as imagens abaixo).
Pastor é espancado em Goiânia por estar com camiseta vermelha após Lula ganhar as eleições Depoimento A esposa de Uracy disse ainda que o idoso compareceu à Delegacia Especializada no Atendimento ao Idoso (DEAI), em Goiânia, na quarta-feira (28), acompanhado por um advogado constituído pela família, para prestar depoimento formal sobre o ocorrido.
Ao g1, a mulher reforçou que a família busca a responsabilização dos envolvidos.
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