domingo, 11 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› ‘Vim do futuro, moro na Argentina de Milei’: brasileiros alertam sobre plano econômico de Flávio Bolsonaro› Campanha de Lula aciona TSE por suposta ingerência da Meta› Índia prende líderes comunistas e do ‘Partido das Baratas’ por protestos contra o governo› Abbas adia eleições legislativas palestinas para 2027› Panamá: terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos 27 feridos› Após telefonema a Putin, Trump defende saída de Zelensky do poder na Ucrânia› Vencedora do Nobel da Paz rechaça sanções ‘inaceitáveis’ dos EUA contra TPI› Flávio Bolsonaro dividia conta com investigado por fraude no INSS, indicam e-mails› Imprensa internacional se surpreende com chegada de Seedorf ao Corinthians› Eu sei o que é de verdade um Corinthians x Palmeiras› ‘Vim do futuro, moro na Argentina de Milei’: brasileiros alertam sobre plano econômico de Flávio Bolsonaro› Campanha de Lula aciona TSE por suposta ingerência da Meta› Índia prende líderes comunistas e do ‘Partido das Baratas’ por protestos contra o governo› Abbas adia eleições legislativas palestinas para 2027› Panamá: terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos 27 feridos› Após telefonema a Putin, Trump defende saída de Zelensky do poder na Ucrânia› Vencedora do Nobel da Paz rechaça sanções ‘inaceitáveis’ dos EUA contra TPI› Flávio Bolsonaro dividia conta com investigado por fraude no INSS, indicam e-mails› Imprensa internacional se surpreende com chegada de Seedorf ao Corinthians› Eu sei o que é de verdade um Corinthians x Palmeiras
Brasil

Após defender criação de partido nazista, Monark é condenado a pagar R$ 100 mil por danos morais coletivos pela Justiça de SP

ND+ ·
Após defender criação de partido nazista, Monark é condenado a pagar R$ 100 mil por danos morais coletivos pela Justiça de SP

Ação movida pelo Ministério Público de São Paulo apontou ofensa à moral coletiva após declarações em podcast em 2022; defesa do influenciador sustenta que as "manifestações foram confundidas".

O influenciador Bruno Monteiro Aiub , conhecido como Monark, foi condenado pela Justiça, no âmbito de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público de São Paulo , a pagar R$ 100 mil por danos morais coletivos depois de defender a criação de um partido nazista no Brasil. O caso ocorreu em 2022, durante o programa Flow Podcast. A defesa do influenciador diz que recorrerá da condenação.

Na ocasião, Monark e o apresentador Igor Coelho debatiam com os deputados federais Kim Kataguiri ( Missão ) e Tabata Amaral ( PSB ) sobre os limites da liberdade de expressão, quando Monark declarou ser adepto da liberdade de expressão irrestrita, incluindo a permissão da apologia ao nazismo.

Durante o programa, Monark afirmou: “Eu acho que tinha de ter o partido nazista reconhecido pela lei. (…) Se o cara quiser ser antijudeu, eu acho que ele deveria ter o direito de ser”. Após o episódio, o Flow perdeu seus principais patrocinadores e, posteriormente, o influenciador deixou a sociedade do canal de comunicação.

Desde 2003, há um entendimento no STF (Supremo Tribunal Federal) que diz que a liberdade de expressão prevista na Constituição não inclui apologia ao nazismo.

Na decisão da condenação, a juíza Adriana Cardoso dos Reis considerou que a ideia exposta pelo influenciador “não representa uma simples opinião política protegida pelo regime democrático”. Através de nota, a defesa Monark definiu a decisão como “absolutamente equivocada”.

“O nazismo se estruturou historicamente na ideia de supremacia racial, na segregação de grupos e na perseguição e extermínio sistemáticos de judeus e de outras minorias. Portanto, o nazismo não representa ideologia política legítima no debate democrático, e sim sistema histórico voltado à segregação e ao extermínio de grupos humanos, em especial a comunidade judaica”, disse a juíza.

“O pronunciamento em favor da criação de um partido nazista ofende a integridade moral da sociedade brasileira, que erigiu como pilares invioláveis a dignidade da pessoa humana e a vedação ao racismo. A afetação coletiva restou amplamente evidenciada pelas reações públicas documentadas nos autos, com manifestações contundentes de entidades civis, órgãos representativos e representações consulares”, acrescentou.

Anteriormente, o Ministério Público de São Paulo havia solicitado uma indenização de R$ 4 milhões por danos morais coletivos.

Na decisão, a magistrada afirmou que o pagamento acontece em consequência ao “alcance das declarações do réu”, que foram compartilhadas por meio das redes sociais. O montante fixado pela juíza, porém, foi menor do que solicitou o MP.

Ler a notícia completa no ND+ ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ndmais.com.br — o conteúdo pertence a ND+.

Mais de ND+

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›