Histórias que a Folha contou: quase 18 anos depois, mãe relembra mobilização para tratamento do filho
Kelli acompanhou de perto o tratamento do filho, que precisou viajar ainda bebê para buscar atendimento especializado em Brasília.
Foto: Nilzete Franco/FolhaBV Em junho de 2008, a Folha de Boa Vista contou a história de uma família que organizou rifas e vendeu feijoada para conseguir levar um bebê a Brasília em busca de atendimento médico especializado.
O menino era Natan Lima, que tinha apenas três meses quando a mãe, Kelli Lima, servidora pública, recebeu a orientação de procurar acompanhamento fora de Roraima.
Quase 18 anos depois, ela relembra a mobilização e a importância da reportagem para divulgar o pedido de ajuda.
Segundo Kelli, a preocupação começou ainda durante a gravidez.
No sétimo mês de gestação, ela fez uma ultrassonografia de rotina e descobriu que o bebê tinha uma alteração na região entre o rim e o ureter.
Depois do nascimento, ela passou a procurar atendimento médico e realizar exames para entender o problema.
Quando Natan tinha três meses, um médico orientou que mãe e filho viajassem para Brasília, porque não havia nefrologista pediátrico em Roraima.
A viagem exigia dinheiro para o deslocamento e para manter os dois na capital federal.
Na época, ela não trabalhava e dependia financeiramente do marido, pai da criança.
Quase 18 anos depois, Kelli Lima relembra a mobilização e a importância da reportagem para divulgar o pedido de ajuda ao filho mais novo.
Foto: Nilzete Franco/FolhaBV A família começou, então, uma campanha para conseguir os recursos.
Organizou rifas e vendeu feijoada, enquanto o marido, que estava em Brasília para fazer um curso, ajudou a marcar a consulta.
Foi por meio de um conhecido que eles chegaram à Folha.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.