Bruno Gagliasso revela impacto do TDAH no trabalho: "Não decoro texto"
Em 2025, Bruno Gagliasso revelou que convive com os diagnósticos de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e dislexia.
Nessa quarta-feira (13/8), o ator comentou como as condições influenciam o processo de preparação para os personagens.
Veja: Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Metrópoles Fun (@metropolesfun) Aos 44 anos, o artista contou que tem dificuldade para memorizar as falas.
Em vez de decorar os textos, ele prefere compreender as motivações e os conflitos da história para construir a atuação.
“Sobre o meu TDAH, eu realmente não decoro texto.
Eu acredito que não adianta qualquer fala ou qualquer texto sem alma, então, eu uso isso.
Eu me reconheço e sei que não sou a melhor pessoa para decorar uma fala, mas eu acredito que a alma fala por si”, mencionou em coletiva de imprensa em Brasília.
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O filme, que chegou aos cinemas nesta quinta-feira (13/8), mistura depoimentos de familiares e amigos à dramatização protagonizada pelo ator.
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1 de 6 Bruno Gagliasso interpreta Honestino Guimarães no filme que retrata a trajetória do líder estudantil desaparecido em 1973 Divulgação 2 de 6 Bruno Gagliasso gravou cenas na Universidade de Brasília (UnB), onde Honestino estudou e foi expulso em 1968 Divulgação 3 de 6 Sem registros em vídeo de Honestino, Bruno Gagliasso construiu o personagem a partir de relatos de quem conviveu com o líder estudantil Divulgação 4 de 6 A produção resgata a trajetória de Honestino Guimarães, desaparecido após ser preso durante a ditadura militar Divulgação 5 de 6 Bruno Gagliasso como Honestino Guimarães no filme "Honestino" BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto 6 de 6 A produção resgata a trajetória de Honestino Guimarães, desaparecido após ser preso durante a ditadura militar Divulgação Para Gagliasso , esse método torna a interpretação mais natural e cria resultados mais dinâmicos para o público.
“ Quando a gente está ali, com a alma, você não sabe o que é o texto, o que é do autor, o que é do diretor.
Eu acho isso lindo!”, comentou.
“Eu prefiro muito mais entender a situação, o porquê eu quero falar aquilo, o porquê eu estou ali, do que decorar um texto.”
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