Como serão os trens do futuro, com inteligência artificial, baterias e automação
Se existe um lugar capaz de mostrar para onde caminha o transporte ferroviário, ele está em Berlim.
Nesta semana, cerca de 3200 empresas de 59 países ocupam os 42 pavilhões e as áreas externas do centro de exposições da capital alemã para apresentar as novidades da InnoTrans, a maior feira do mundo dedicada à tecnologia ferroviária.
A edição de 2026 é a maior da história do evento, criado há 30 anos.
Para quem olha de fora, pode parecer apenas uma gigantesca exposição.
Mas o que está em jogo é uma transformação mais ampla.
A indústria está tentando tornar as ferrovias mais automatizadas, digitais, econômicas e menos dependentes de combustíveis fósseis.
E algumas das tecnologias que aparecem nos estandes já estão deixando de ser promessa para entrar na operação cotidiana.
Continua após a publicidade O trem começa a virar um computador sobre trilhos A inteligência artificial é uma das estrelas da feira.
Ela aparece em sistemas capazes de analisar dados da operação, identificar problemas antes que provoquem uma falha e ajudar na manutenção de trens e trilhos.
A lógica é relativamente simples.
Uma ferrovia produz uma enorme quantidade de informações durante seu funcionamento.
Continua após a publicidade Sensores podem acompanhar o desgaste de componentes, a condição dos trilhos e o comportamento dos veículos.
Softwares analisam esses dados e ajudam a decidir quando uma peça precisa ser reparada ou substituída.
O objetivo é evitar que uma falha seja descoberta apenas quando o trem já parou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.