Spotify está prestes a resolver um problema antigo: o quanto come seu armazenamento
O Spotify está desenvolvendo uma função que pode acabar com o consumo excessivo de armazenamento pelo cache do aplicativo.
Segundo uma análise do código realizada pelo Android Authority, a plataforma trabalha em um recurso chamado “Limite de Cache” para o Android.
Com a função, será possível definir um teto para o espaço ocupado por arquivos temporários, algo que usuários reclamam há anos em fóruns, como Reddit e na comunidade oficial do Spotify.
Atualmente, o Spotify armazena trechos de músicas, podcasts e capas de álbuns em cache para agilizar a reprodução e reduzir o uso de dados móveis quando conteúdos são reproduzidos novamente.
Como não há um limite definido pelo usuário, esse armazenamento pode crescer para vários gigabytes e ocupar uma parcela considerável da memória do aparelho.
O novo recurso deve adicionar um submenu específico para o gerenciamento do cache, com uma opção para definir o espaço máximo utilizado.
O aplicativo também poderá indicar um “limite recomendado” , com o objetivo de equilibrar o desempenho da reprodução e o espaço disponível no celular.
Ao escolher um limite, o Spotify deverá alertar sobre possíveis efeitos da configuração.
Um cache menor pode aumentar o uso de dados móveis e exigir que determinados conteúdos sejam carregados novamente, enquanto um limite maior tende a manter mais dados temporários armazenados.
A configuração deve afetar somente o cache , sem remover músicas e podcasts baixados para reprodução offline.
Segundo o código analisado, o aplicativo também poderá solicitar a definição do limite após uma limpeza manual do cache.
O recurso já está disponível no Spotify? Não.
A função ainda não foi liberada para o público geral nem anunciada oficialmente pelo Spotify.
A descoberta ocorreu em uma análise de APK da versão v9.1.88.815 do aplicativo para Android.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.