Diante do maior El Niño em 150 anos pesquisador revela por que SC está na rota dos piores eventos extremos
Pedro Murara, da UFFS de Chapecó, analisou registros de desastres e explica como o clima e a ocupação do território influenciam os impactos no Sul do Brasil
Ciclones, chuvas intensas, vendavais, enxurradas e estiagens estão longe de ser fenômenos novos no Sul do Brasil. Mas a possibilidade de um Super El Niño coloca novamente a região em alerta e levanta uma questão: o que o histórico de desastres pode ensinar sobre os eventos extremos que ainda estão por vir?
Para ajudar a entender esse cenário, o professor da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Pedro Murara — que atua em Chapecó, no Oeste catarinense — analisou registros de desastres ocorridos nos três estados entre 1991 e 2025. Os dados mostram que os extremos climáticos fazem parte da história recente da região, mas também revelam que o impacto desses fenômenos depende das condições do território onde acontecem.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ndmais.com.br — o conteúdo pertence a ND+.