Pesquisadores brasileiros participam de estudo que traz esperança de sobrevida a pacientes com problemas graves no fígado
Transplante de fígado aumenta a sobrevida de pacientes com outros órgãos comprometidos Pesquisadores brasileiros participaram de um estudo internacional que trouxe esperança de sobrevida a pacientes com problemas graves no fígado.
O sopro de esperança chegou quando praticamente não havia mais chance para o Moisés, para Maria do Carmo e muitos outros pacientes pelo mundo com inflamações graves no fígado - casos em que a doença provoca ao mesmo tempo falhas em órgãos como rins, coração, pulmões e no sistema nervoso central.
A silenciosa gordura no fígado de Maria do Carmo Pereira da Silva provocou uma cirrose que evoluiu rápido e passou a atingir os rins.
“Eu fiquei todinha amarela, amarela, com falta de ar.
Daí foi triste.
Eu não conseguia andar daqui até ali, por falta de ar”, conta Maria do Carmo Pereira da Silva, aposentada. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Aos 53 anos, Moisés de Sousa Carrilho viu a cirrose causada pela hepatite C destruir seu fígado e causar danos aos rins e ao sistema nervoso central.
O risco de morte era iminente quando o médico falou para ele do transplante.
“’Vamos partir para o tudo ou nada?’.
E falou isso e saiu.
Chorei muito, falou ‘pensa aí’.
Depois ele voltou: ‘E aí?’.
Falei: ‘Vamos partir para o tudo ou nada’”, conta Moisés.
Casos graves assim, quando a doença hepática tem piora repentina e avassaladora, tiravam de pacientes a chance de um transplante.
“Era considerado muito grave para ter condição de ser transplantado e de se beneficiar do transplante.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.