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Gabriel lembra pressão ao trocar Palmeiras por Corinthians: 'Foi bem louco'

UOL Esporte ·
Gabriel lembra pressão ao trocar Palmeiras por Corinthians: 'Foi bem louco'

Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Antes de chegar ao Bragantino, no início de 2025, Gabriel somou passagens por clubes importantes do futebol brasileiro e viveu uma experiência que poucos jogadores tiveram na carreira: deixar um time e ser contratado por seu maior rival logo na sequência.

Isso aconteceu em 2017, quando o volante — então com apenas 24 anos — não renovou seu contrato com o Palmeiras e foi contratado pelo Corinthians poucos dias depois. Em entrevista ao Fala Aí, programa do Canal UOL que vai ao ar nesta segunda-feira (17) , Gabriel lembrou o episódio e detalhou que a mudança para o Timão aumentou sua cobrança para apresentar bons resultados.

Foi bem louco na época, eu ainda era jovem, passei por muita coisa. Foi um aprendizado muito grande, um momento da minha carreira que eu sabia que tinha que chegar bem no Corinthians. É difícil ir de um rival para o outro direto, acho que poucos fizeram isso. Essa transição foi importante para amadurecer, passar por bastante coisa. Gabriel, volante do Bragantino, ao Fala Aí

A mudança, no entanto, rendeu bons frutos. Ainda que no Palmeiras tenha conquistado a Copa do Brasil em 2015 e o Campeonato Brasileiro em 2016, Gabriel brilhou ainda mais no Corinthians e passou cinco temporadas no clube alvinegro, tendo somado 225 jogos e mais quatro taças: o Brasileirão de 2017 e o tricampeonato paulista (2017, 2018 e 2019).

Acho que não [tive receio da mudança], senão eu não teria feito. Foi um desafio que aceitei e fui para cima. Deu muito certo, porque já cheguei em 2017 no Corinthians e fomos campeões do Paulista e do Brasileiro. Foi uma virada muito importante para minha carreira, fez parte do que eu tinha que viver no futebol. Gabriel

O Corinthians ficou marcado na história do meio-campista, que guarda com carinho os bons momentos que viveu no clube paulista. Depois de sair do Timão, Gabriel foi para o Internacional e viveu a experiência de jogar pela primeira vez na Neo Química Arena contra os donos da casa.

Foi especial, é diferente enfrentar um clube onde você teve história. Foi emocionante para mim. É uma foto antes do jogo, eu ainda estava como capitão do Inter. Foi bem icônico para mim.

Fã de esportes em geral, Gabriel admitiu que tem o golfe como segundo esporte preferido atrás do futebol. A paixão começou devido ao apreço que o jogador tem pela cultura dos Estados Unidos, onde o golfe é algo mais comum do que no Brasil. Desde então, Gabriel passou a praticar o esporte e acredita que alguns aspectos do golfe o ajudam dentro do campo de futebol.

Por gostar dos Estados Unidos, sempre que posso vou para lá, e lá tem um campo de golfe em cada esquina. Comecei jogando antes de acompanhar. Fiz algumas aulas no interior de São Paulo, já faz uns seis anos que jogo, e depois passei a acompanhar mais. Tem que ter paciência, um controle mental, acho que isso até ajuda no futebol. Ter concentração, sempre pensar na próxima jogada. Acho que o golfe tem bastante disso. Gabriel

O hobby, inclusive, pode ter um avanço, e Gabriel talvez pense em se tornar um atleta de golfe depois que se aposentar do futebol.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.

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